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5 vídeos fashionistas de Primavera/Verão 2018







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SSION lança single e anuncia novo álbum pra 2018



O norte-americano Cody Critcheloe, mais conhecido como o multifatetado SSION, lançou neste final de 2017 o single "COMEBACK", primeiro de seu próximo álbum "O", previsto para abril de 2018.

"COMEBACK" ganhou um curta produzido e dirigido por Critcheloe e que apresenta duas músicas inéditas: "COMEBACK" e “Big as I Can Dream”. O clipe é narrado de forma criativa e estranha num trabalho carregado de referências como "Atom Heart Mother" do Pink Floyd, o videoclipe de “Faith” de George Michael, o logotipo do Oasis, as coreografias de Bob Fosse, cenas de perseguição e personagens bizarros de David Lynch.

O resultado é uma maravilha por si só, bem ao estilo SSION que a gente ama. E a faixa é ótima, cheia de conceito pop glam rock, pronta para as pistas cult.


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Hercules & Love Affair das pistas está de volta com o babadeiro clipe de "Rejoice"


Para os fãs que estavam aguardando ansiosamente um pouco mais de báfo na divulgação de "Omnion", novo álbum de inéditas do Hercules & Love Affair, finalmente Andy Butler atendeu nossas preces e acaba de lançar um clipe para o single "Rejoice". A faixa, uma das mais agitadas do introspectivo álbum, traz os vocais de Rouge Mary, transex que faz as graças de diva dance com grande assertividade, nos remetendo ao primeiro trabalho de estúdio de Butler, aquele Hercules & Love Affair lá de 2008!

"Rejoice" é uma das composição mais intensas do novo álbum até aqui, cheia de sintetizadores climáticos, lentamente explode em meio a batidas e temas eletrônicos de essência super dançante. E o clipe é babadeiro: é o retorno de Andy Butler e cia. depois de seis anos sem aparecerem em um clipe do Hercules & Love Affair. "Então, depois de seis anos de não aparecermos em um vídeo de Hercules e Love Affair (mais por acidente do que design), queria que aparecêssemos no vídeo para 'Rejoice'. Rouge Mary é um artista tão feroz, por isso foi meio genial. Tivemos que capturar essa energia neste vídeo ", conta Butler no material de divulgação. Dirigido por Will Kennedy, o clipe mostra uma festa daquelas bem babadeiras, com a participação de Antoine Timmermans, performer conhecida como Cybersissy, popular na cena novaioquina.

"Omnion" (2017)  foi lançado em 18 de agosto pela gravadora Atlantic.

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VIDEOFASHION: Diego Fávaro, Inverno 2018

Foto: Yuri Pinheiro - Backastage Diedo Fávaro, Casa de Criadores 42

Diego Favaro foi a segunda marca a se apresentar na Casa de Criadores, nessa segunda-feira (06/9) na Praça das Artes, em São Paulo. Seu Inverno 2018 retrata a guerra virtual que vivemos nos dias de hoje, representada através de referências da vestimenta militar, roupas de combate e trajes que protegem o corpo da radioatividade. O trabalho foi desenvolvido em sarja e contraposta com peças confortáveis de malharia. A cartela de cores é composta por preto, branco, off-white, verde militar e marrom. O estilista segue apostando em seu streetwear com preciosismos.


Assista ao desfile completo: 

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MGMT está de volta com o single "Little Dark Age"


De banda indie revelação em 2007, rolou muita coisa no projeto MGMT, dos nova-iorquinos  Ben Goldwasser e Andrew VanWyngarden. O merecido freje inicial da carreira deu um tempo e a maturidade musical apresentada pelos dois foi sendo desenvolvida em mais dois álbuns, até que chegamos no final de 2017, dez anos depois de "Oracular Spectacular". 

"Little Dark Age" é o novo single do projeto, e também dá o nome ao quarto álbum de estúdio da banda. Ainda que uma típica composição da banda, a música é daquelas que grudam feito chiclete na cabeça, carregada de sintetizadores espaciais e batidas anos 80 através de uma construção estética obscura e surreal em constante repetição dos elementos, principalmente os versos. 

A faixa título do novo álbum, com previsão de estreia para 2018, foi divulgada há poucos dias juntamente com um clipe cheio de imagens surreais/nonsenses, dirigido por Nathaniel Axel e David MacNutt.

Já virou nossa trilha oficial!

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Assista o trailer de "Phantom Thread", último longa na carreira do ator Daniel Day-Lewis


Depois de ter anunciado sua aposentadoria no último mês de junho, o mega-talentoso ator Daniel Day-Lewis ainda irá nos brindar com sua última interpretação em "Phantom Thread", que estreia nos Estados Unidos no final de dezembro, mas tem previsão de lançamento no Brasil só ano que vem: em 22 de fevereiro.

A mais recente parceria entre o ator e o diretor Paul Thomas Anderson ganhou um belíssimo trailer, que você confere aqui no blog NLDJ. A história gira em torno de Reynolds Woodcock (Day-Lewis), renomado costureiro que trabalha ao lado da irmã, Cyril (Lesley Manville), para vestir grandes nomes da realeza e da elite britânica durante a década de 1950. Porém, sua vida completamente planejada muda ao conhecer a inteligente e teimosa Alma (Vicky Krieps), jovem que se transforma em sua musa e amante. Com a perda do controle, fica uma questão: seria o amor, uma espécie de maldição?


Com cinco indicações ao Oscar, Daniel Day-Lewis é hoje o único homem a conquistar três estatuetas na categoria masculina máxima: "Lincon (2013), "Sangue Negro" (2008) e "Meu Pé Esquerdo" (1990). Inclusive, Sangue Negro, é justamente de Paul Thomas Anderson. E essa nova parceria já chega com cara de muitas indicações e quem sabe, o quarto Oscar na carreira de Day-Lewis. Ainda é muito cedo para as apostas, mas que "The Phantom Thread" promete, isto é indiscutível!
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Imitação da vida: a visão de Vugar Efendi sobre a relação do cinema com a arte


O cineasta azerbaijano Vugar Efendi tem apenas 23 anos e um conceito especial sobre arte. Cresceu em vários países com culturas ricas, como Reino Unido, Espanha, Turquia e Ucrânia, o que trouxe para o seu trabalho a experimentação e a exploração contínua de diferentes meios de narração, seja em curtas-metragens, documentários, ensaios de vídeos ou fotografias.  

Seu trabalho, tanto como cineasta, quanto como fotógrafo, já foi reconhecido por veículos como Entertainment Weekly, Esquire, Vanity Fair, Elle, BBC, Canal +, Indiewire entre outros. 

Vugar Efendi

Em tempos que se discute a questão de apropriação cultural e principalmente o significado da ARTE, o que nos chamou atenção entre os projetos que o Vugar Efendi faz foi a série de vídeos batizada de "Film Meets Art". Sabe aquele lance de que a vida imita a arte ou a arte imita a vida? A grande sacada é a coisa mais simples do mundo, mas com uma visão delicada e totalmente própria: ele coloca lado a lado cenas de filmes e os quadros nos quais elas foram inspiradas. Entre os diretores apresentados nos curtas, Jean-Luc Godard, Sofia Coppola, Andrei Tarkovsky e Paul Thomas Anderson se mostram grandes transformadores da arte estática para a arte em movimento. Já foram três vídeos da série, que você confere aqui no blog NLDJ





Vale muito a pena visitar o site oficial do Vugar e conferir muita coisa bacana que tem por lá, como por exemplo, um vídeo que traz a evolução do stop motion, ou o vídeo que traz momentos da história recriados em filmes. 

Fica a dica!

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Claes Björklund, produtor do "iamamiwhoami" em carreira solo


O projeto audiovisual "iamamiwhoami" se destrinchou de vez em vôos solos. Seus criadores, os suecos Jonna Lee, Johan Lundgren e Claes Björklund, que nos surpreenderam e definiram os princípios do Viral na web lá em 2012, estão em plena forma, cada um com sua representatividade e característica. O que é muito bacana, porque os três já eram ótimos juntos e agora, dá pra conferir a versatilidade de cada um e conseguir identificar exatamente seus papeis no "iamamiwhoami"! Apesar que ainda está tudo em família, porque um produz o outro e por aí vai...Quem ganha são os fãs.

Depois de Johan Lundgren e seu projeto "Tunga" e Jonna Lee com seu auter ego "ionnalee" (já falamos dela aqui), ainda faltava um integrante mostrar sua faceta. Agora, pra alegria geral, temos "Barbelle", do produtor Claes Björklund e que fecha o trio de vôos solos do "iamamiwhoami". 

"Barbelle" é diferentão, climático, melódico e sophomore. O clima é oitentista, bem Roxy Music e algumas pitadas de synthpop e electro. Até agora havia apenas a instrumental “OHWHYYEAH”, lançada em 2016. "Never Too Much" é o segundo single do projeto de Claes Björklund e vale a pena ser ouvida, pois chega com a surpresa vocal de Nick Whitecross, da banda new wave "Kissing The Pink". 

"Never Too Much" ganhou um clipe dirigido pelo WAVE, projeto do fotógrafo e cineasta John Strandh, que também cuida do visual dos clipes do "iamamiwhoami". Como disse acima, está tudo em família! E o clipe é lindo, cheio de efeitos, quase um "Tron", mostrando uma faceta space-gothic style do Claes Björklund que aparece no clipe ao invés do Nick Whitecross. E o nome do projeto é fechativo, né? "Barbelle"...



Assista ao videoclipe do single de estreia “OHWHYYEAH” do Barbelle:

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Björk e o amor utópico em "The Gate", seu novo single


Desde que anunciou um novo álbum, Björk criou novamente uma expectativa sem precedentes. Declarações em entrevistas, como a publicada na Dazed Magazine, despertaram ainda mais a curiosidade, por ter afirmado que o trabalho seria o oposto do bem conceituado "Vulnicura" (2015). "O último disco nós meio que consideramos o ‘inferno’ – é como o divórcio. Agora, nós estamos construindo o paraíso. Utopia”, disse a cantora. Assim, o novo álbum, que ganhou o nome provisório de "Utopia", é praticamente um antídoto de "Vulnicura", na época muito associado ao término de relacionamento da cantora. Björk considerou seu novo álbum como sendo o seu "Tinder". 

A expectativa finalmente foi apaziguada no final desta primeira quinzena de setembro, com o lançamento do single "The Gate", em pré-venda no site oficial da cantora (clique aqui). “The Gate é essencialmente uma música sobre o amor, mas eu digo ‘amor’ de uma maneira mais transcendental", analisa Börk sobre seu novo single. A música, com pouco mais de seis minutos, se apega à voz única de Björk e seu poder de interpretação, junto aos arranjos minimalistas, quase inexistentes. A letra é linda e traz essa essência de um amor transcendental dito pela cantora: 

"My healed chest wound (Meu peito curado)
Transformed into a gate (Transformado em um portão)
Where I receive love from (Onde eu recebo amor)
Where I give love from (Onde dou o amor)
Where I receive love from (Onde eu recebo amor)
Where I give love from (Onde dou o amor)"

"The Gate" ganhou um belíssimo clipe surrealista com direção criativa assinada pela própria Björk. A direção ficou por conta de Andrew Thomas Huang, parceiro de longa data, responsável pelos clipes de "Vulnicutra". Alessandro Michele, da Gucci, assina o vestido, feito em PVC plissado, fitas de PVC e organza de lurex. Levou 870 horas para ser feito – 550 horas para a confecção do vestido propriamente dito e 320 horas apenas para o bordado de pequenas pérolas e outras pedras. É um total de 36 dias de trabalho. James Merry, que trabalha com Björk desde 2009, apresenta dois modelo lindos de máscaras. 


"Utopia", chega em novembro. Entre as parcerias, o venezuelano Arca assume a co-produção, assim como fez em "Vulnicura". 

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Batalha de Divas: Katy Perry, Fergie e Taylor Swift em um só dia. De que lado você está?


Quinta-feira, dia 24 de agosto de 2017. Um dia comum na vida de qualquer mortal. O que você fez? Acordou cedo, trabalhou, entrou em suas redes sociais, tentou deixar sua caixa de entrada de emails em dia, comeu um pedaço de pudim de sobremesa no almoço, pulou a caminhada, viu parte da novela das 9, bateu um bate-papo via vídeo-chamada  no Whatsapp com o boy e foi dormir cedo, correto? Um dia comum como dito acima, mas não para os fãs de Katy Perry, Fergie e Taylor Swift, que ensandecidos, viram suas musas lançarem na internet singles e clipes há tempos aguardados. 

A briga está bem quente: a música de Taylor é melhor que a de Fergie? Katy Perry arrasou nos convidados de seu clipe? Taylor fez mais uma afronta à Katy ao lançar um single praticamente no mesmo dia em que Katy lançava seu clipe? Fergie guarda há mais de um ano seu novo álbum? Fergie é melhor que Katy e Taylor juntas e por aí vai...O bacana de tudo é que as três trouxeram para o mundo seus materiais mais recentes e inéditos, que sacodem pra valer o mercado pop que anda morno morno morno há tempos, né não? 

O assunto renderia três postagens, mas resolvi escrever tudo em uma só. Vamos lá?


Katy Perry

Começou o dia com o aguardado clipe de “Swish Swish”. Depois do lyric video estreado por Gretchen, o que os fãs aguardavam mesmo era a visão de Katy para a faixa dançante de seu recente álbum “Witness”, o quinto de estúdio de Katy, lançado este ano. 

Muitos consideraram as cenas do clipe de "Swish Swish" uma paródia à Taylor Swift e seu clipe de "Bad Blood", devido às participações e edição do material. Em “Swish Swish”, Katy apresenta um jogo super inusitado de basquete entre os times “The Tigers” (de Katy), e “The Sheep”, com a participação de celebridades como Gaten Matarazzo, (Stranger Things), Jenna Ushkowitz (Glee), Terry Crews, Molly Shannon, Russell Horning “Backpack Kid”, Dexter Mayfield, Christine Sydelko, Bill Walton, Rich Eisen, Rob Gronkowski. Um squad de líderes de torcida formado pelo elenco da série “Glow”, da Netflix: Sydelle Noel, Britney Young, Kia Stevens, Jackie Tohn e Ellen Wong arrematam a história toda. E sim, Nicki Minaj, a maior recordista em features da atualidadde, também está presente fazendo a reviravolta dos "The Tigers": 


Katy Perry é a bola da vez e será a host do VMA 2017, neste domingo, onde também se apresentará ao vivo. Leia tudo sobre a premiação aqui


Taylor Swift

Muitos consideram o lançamento de “Look What You Made Me Do”, novo single de Taylor Swift uma forma de detonar as visualizações do vídeo de Katy Perry. Este é o material mais inédito que Swift apresenta, desde  seu bem trabalhado “1989″, de três anos atrás. 

Hino imediato de seus fãs, a faixa traz uma batida pop gostosa, cuja letra os fãs já ligaram sendo uma resposta para Kanye West, envolvendo a polêmica da música e do clipe de “Famous”, onde o rapper afirma que a cantora só ficou famosa por causa dele, depois daquele báfo no VMA de 2009. Briga antiga essa

“Look What You Made Me Do” faz parte de “reputation”, próximo álbum da cantora a ser lançado no dia 10 de novembro, e que já está em pré-venda no iTunes. Taylor foi indicada ao VMA 2017 na categoria de "Melhor Colaboração" por “I Don’t Wanna Live Forever”, com o cantor britânico Zayn, feita especialmente para a trilha de “Cinquenta Tons Mais Escuros”. Será que ela estará na festa da MTV prestigiando Katy Perry? 



Fergie

Depois de um ano atiçando os fãs e deixando todos à beira de um ataque de nervos, Fergie finalmente começa a mostrar verdadeiramente as caras de seu próximo vôo solo intitulado "Double Dutchess", com data de lançamento prevista para o dia 22 de setembro, e pré-venda iniciando nesta sexta-feira (25/08) pelo iTunesO disco terá algumas músicas já conhecidas pelo público, como "L.A. Love (La La)", "M.I.L.F. $", e "Life Goes On", além de mais 10 canções inéditas. 

Como já é de conhecimento dos fãs da cantora, os áudios vazaram de forma ilegal na internet, mas Fergie não se pronunciou a respeito. Está aos poucos liberando a experiência visual de seu disco, já que no começo do ano, a cantora havia revelado que estava gravando vários clipes. Aparentemente, cada música já terá seu próprio vídeo. 

"Hungry", com a participação do rapper Rick Ross é a primeira experiência visual oficial do novo álbum da cantora, em plena forma e abusando de um sample de "Dawn of the Iconoclast" do Dead Can Dance . De quebra, a faixa "You Already Know" (com a participação de quem? Nicki Minaj, a rainha dos features), também foi liberada. Uma batida bem 90´s, com muitas reminiscencias do hip hop e dance music da época. Pense em Technotronic elevado ao nível máximo de ferveção. 



De uma coisa pelo menos a gente tem certeza: Fergie está absurdamente linda, cada vez mais linda! Katy e Taylor nesse quesito vão ter que trabalhar e muito o carão...E você, de que lado está? Conta pra gente nos comentários...E pra finalizar um apelo: Nicki Minaj, por gentileza, chega de features este ano, ok? 
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Katty Perry é o prato principal no clipe de "Bon Appétit", seu mais novo single


Linda, loira e como uma especiaria de primeira, Katty Perry acaba de lançar o clipe de "Bon Appétit". O single, que tem a parceria do trio Migos, já é o segundo de seu próximo álbum de estúdio, ainda sem data de lançamento definida. O disco já conta com o ótimo single "Chained To The Rhythm (Feat. Skip Marley)".
O vídeo mostra a cantora sendo o prato principal de um banquete. A produção apresenta cenas da americana sendo temperada e colocada em uma panela gigante. No final de tudo, ela se vinga e torna-se a cliente do restaurante. 

O refrão já cola como chiclete:

‘Cause I’m all that you want, boy
All that you can have, boy
Got me spread like a buffet
Bon appétit, baby
Appetite for seduction
Fresh out the oven
Melt in your mouth kind of lovin’
Bon appétit, baby"

Meio esquisito, meio macabro, impossível não se lembrar da série "Santa Clarita Diet", com Drew Barrymore. Canibalismo está em alta? Ao divulgar o clipe pelo Instagram, Katy Perry deixou bem clara a mensagem que queria passar com o vídeo, dizendo que ela não é apenas um pedaço de carne. Confira a seguir ao clipe de "Bon Appétit":

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Brandan Maclean aborda o comportamento sexual gay no clipe de "House of Air"


Um lenço amarelo no bolso de trás da calça para indicar ser um admirador de pissing? Ou um azul para indicar ser um apreciador de sexo anal? Essas e outras estratégias do sexo gay estão no clipe de "House of Air", mais novo single do ator e músico Brandan Maclean, que parte de estudos da semiótica homossexual dos anos 70 feitos por Hal Fischer. O single é parte do EP ‘funbang1’, lançado no ano passado.

Não fosse as imagens, a música, apesar de sua força e conceito junto a um crescendo de pop super dançante, talvez passasse batida, mas pela coragem, Maclean e os cineastas Brian Fairbairn e Karl Eccleston (diretores do clipe) merecem levar uma grandiosa medalha de honra ao mérito ao nos colocar em um patamar mais elevado, contra esses tempos tão caretas e sombrios. 

Segundo o cantor australiano, que já lançou cinco EPs e participou de alguns filmes como “O Grande Gatsby”, houve uma reconsideração pela ação de tal tipo de trabalho: “Um dos atores me perguntou se eu estava fazendo isso apenas para chocar… Eu tive que reconsiderar porque estava fazendo isso”, disse MacLean, ao GayStarNews, e questionou: “O que realmente é grosseiro para as pessoas? Sexo com urina ou o fato de que muçulmanos não podem entrar nos Estados Unidos mesmo com o green card?”. E ainda procegue: “O que você acha mais assustador? É o Donald Trump ou eu sendo recebendo cocô na cabeça?”. E sim, os gays transam dessa maneira. Os gays têm todos esses fetiches que estão expostos de forma clara em muitos apps de pegação que estão por aí. 

Censurado no Youtube, do encontro casual ao escatológico, ou “um estudo antropológico de semiótica gay, taxonomias e comportamentos sexuais”, assista ao clipe de "House of Air" aqui no blog NLDJ!

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Assista ao clipe de "Whatever", segundo single do mais novo álbum de Róisín Murphy


Continuando a divulgação de seu mais novo álbum - "Take Her Up To Monto", Róisín Murphy estrela e dirige mais um clipe. Agora, é a vez do single "Whatever", que lembra bem o hi-low musical de "Ruby Blue" (2005), seu primeiro trabalho solo. Lembra também alguns tempos do Moloko. Considerado um álbum bem mais experimental do que acima da média, o novo single é um dos mais acessíveis de "Take Her Up To Monto", que teve lançamento mundial em 8 de julho. 

Acompanhada de emojis, Róisín traz poesia e lirismo a uma música romanticamente triste. Assista o clipe a seguir: 

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C&A lança nova campanha que prega a igualdade de gêneros na moda


Para o "Dia dos Namorados", a C&A acaba de lançar a campanha "Dia dos Misturados C&A", onde vários casais aparecem em um hotel e divertidamente "trocam de roupa". Assim, tem homem de vestido, mulher de cueca e por aí vai.  O novo filme faz um convite à mistura de atitudes, cores e estampas como forma de expressão. 

A campanha, além de divertida e inteligente, mostra que a C&A, maior rede de lojas do setor de vestuário do Brasil, está no caminho das últimas transformações do mercado da moda, onde a igualdade e liberdade de gêneros é discutida há algumas temporadas, propondo uma forma mais libertária ao vestir, sem estabelecer o gênero como o código principal da vestimenta. O termo gender bender ou genderless define muito bem essa transformação.  

Assista a campanha a seguir: 


Apesar de mostrar apenas casais heteronormativos, a C&A continua a pregar a igualdade de gêneros em suas campanhas, iniciada com a já histórica "Misture, Ouse e Divirta-se" (assista aqui), onde uma legião de pessoas nuas correm por um campo e vestem as criações da rede, sem optarem por uma roupa definida para homem ou para mulher, aparecendo em um determinado momento um modelo trajado em um vestido. A falta de distinção das peças por gênero é a grande mensagem do comercial.

Como já comentei, a moda é verdadeiramente democrática e não se classifica em gêneros. Estamos vivendo uma revolução na história do vestuário e que isso se reflita no cerne da sociedade em que vivemos.


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Róisin Murphy lança video de "Ten Miles Hig"


Róisin Murphy está prestes a lançar um novo. Intitulado "Take Her Up To Monto", já falamos dele aqui, principalçmente do primeiro single, "Mastermind". Agora é a vez de "Ten Miles Hig", segundo single e que ganhou um videoclipe dirigido por Róisin. 

O álbum "Take Her Up To Monto" foi gravado durante as mesmas sessões do antecessor "Hairless Toys"(2015), e será lançado pelo selo Play It Again Sam. E como em "Hairless Toys", todos os clipes do novo trabalho serão dirigidos pela própria Róisín! A data prevista de lançamento do álbum é para o dia 8 de julho, mas os fãs, a pré-venda do álbum já está disponível aqui.

O novo álbum promete! Ouça e assista a seguir o clipe de "Ten Miles Hig": 

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Rihanna sensualiza (novidade?) em clipe de "Kiss It Better"


Rihanna lançou o single "Kiss It Better" na quinta-feira, 31 de março. Para você que ainda não viu o clipe, confira aqui no blog de ​​NLDJ um dos trabalhos mais minimalistas da carreira da cantora, mas nem por isso, menos sensual. E partindo de Rihanna, haveríamos de se esperar algo diferente? Dirigido pelo top fotógrafo  Craig McDean, "Kiss It Better" é o segundo single de ANTI e uma das faixas mais bem produzidas, trazendo influências do R&B dos anos 90. Os riffs de guitarra são de Nuno Bettencourt, de "More Than Words" do Extreme, lembra? 

+ Rihanna abraça diversidade de estilos em ANTI, seu mais novo álbum. 


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100 Years Of Beauty: Lester Shaw e a evolução da beleza masculina nos EUA


O WatchCut lançou em seu canal no YouTube, mais um daqueles maravilhosos vídeos que nos mostram a evolução da beleza através do século. Dessa vez, a saga finalmente contempla a beleza negra com a evolução dos cortes e estilos de cabelo masculino norte-americano (e consequêntemente a nossa evolução de beleza). O lindo e talentoso cantor de R&B Lester Shaw faz o modelo da vez, e se entrega à equipe do WatchCut e mostra que dos anos 10 do século passado aos anos 2000 deste século, o cabelo afro teve muitas evoluções e características, como o icônico black power dos "Panteras Negras" dos anos 60 ao estilo rapper dos 80. Confira!



Assista a primeira parte aqui.
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As imagens não autorizadas do clipe de Beyoncé: assista "That B.E.A.T.", mini doc que traz a cena Bounce de Nova Orleans


Conforme já publicamos aqui, algumas horas depois do lançamento do clipe "Formation", Beyoncé foi acusada pelo diretor Chris Black e o produtor Abteen Bagheri de ter usado sem permissão algumas cenas do documentário “That B.E.A.T”(2013), que traz a cena Bounce e suas essências na cidade de Nova Orleans.

"That B.E.A.T." faz parte do projeto "New American Noise" patrocinado pela Nokia, que conta com seis vídeos interessantes que mostram a cena musical em diferentes cidades dos EUA. Referências ao passado de estilos como hip-hop, acid e indie e que os transformam em novos e atuais conceitos musicais.

O mini documentário de Chris Black poderia se firmar simplesmente em um conceito de exposição sexual sem muito sentido, mas "That B.E.A.T" nos apresenta o Bounce como um movimento de resistência e empoderamento, provindo dos guetos, da subcultura gay e negra da cidade de Nova Orleans, EUA. Um novo Voguing? Talvez.

Especulações a parte, vale a pena dar uma olhada porque se não fosse o gueto, o mainstream deixaria de existir.

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Tudo sobre "Formation", novo single (e clipe) da Beyoncé


Na véspera de sua segunda apresentação no Super Bowl Halftime Show, Beyoncé soltou de surpresa o single "Formation".  Lançado dia 6 de fevereiro e com exclusividade no Tidal, plataforma digital cujo dono é seu marido, Jay-Z, "Formation" chega carregado de empoderamento e ativismo anti-racismo. O clipe, dirigido por Melina Matsoukas, foi gravado em Nova Orleans, um dos epicentros de histórico segregativodos EUA, trazendo em suas imagens muitas referências à história e luta da população negra, incluindo as violências policiais ocorridas com frequência no país.

Com fundamentos da  trap music e do hip hop, "Formation" abre com uma emblemática pergunta: “What happened at the New Wil’ins?”. A voz é de Messya Mya, famoso vlogger negro de Nova Orleans, morto em 2010, e que até hoje, não se sabe exatamente quem foram os responsáveis pelo crime. Emblemática também é a imagem de Beyoncé em cima de uma viatura da polícia, afundando em um lago. Podemos concluir como um questionamento sobre como os EUA tratou a questão do furacão Katrina, que arrasou a cidade de Nova Orleans e o sul do país em 2005, juntamente à imagem da frase "Stop Shooting Us", que aparece no clipe  pichada em muro, trazendo a referência de inúmeros casos de violência e abuso policial sofridos por negros nos últimos anos nos EUA. 


"Formartion" também traz afirmações de orgulho como “I like my baby hair, with baby hair and afros!”, que nos remete à retaliação racista sofrida por Blue Ivy, filha de Beyoncé e Jay-Z e que também aparece no clipe. A menina já recebeu comentários sobre o seu cabelo natural. "I like my negro nose with Jackson 5 nostrils” continua com o tom de afirmativa de estética. E claro, empoderamento feminino não poderia faltar, pois Beyoncé é o tipo de mulher que está sempre no comando. 

Blue Ivy, filha de Beyoncé e Jay-Z cabelo natural e cheio de empoderamento

Quanto ao figurino, Beyoncé e suas dançarinas vestem criações de Alessando Michele, diretor criativo da Gucci. Há uma mensagem aí, pois Michele é um dos estilistas do momento que trouxe para a moda a discussão de gêneros em suas criações, despontando a tendência genderless, que é justamente a aplicação da falta de gênero na moda, fortemente pautada nas duas últimas temporadas internacionais. Há também uma citação da Givenchy, "I'm so reckless when I rock my Givenchy dress", referente ao famoso vestido do MET Gala do ano passado e cenas em que a cantora ostenta as famosas jóias da Dylanlex.  Zimmermann, On Aura Tout Vu, Chanel, Rosie Assoulin, 69 Denim, Alessandra Rich e um ostentativo casaco de pele da Fendi também fazem parte do figurino high-fashion do clipe, cuja responsabilidade ficou a cargo da stylist Marni Senofonte.  

As famosas jóias da Dylanlex
As locaçõs escolhidas para o clipe carregam ainda mais de veracidade a letra de "Formantion". Assista:


Muitos fás torceram o nariz para o trap de "Formation". Musicalmente a canção pode não ser lá essas coisas. Porém, um assunto que também nos diz respeito aqui no Brasil foi tratado de forma contundente. Muitos artistas como Nina Simone já cruzaram esse caminho, mas hoje, uma popstar do porte de Beyoncé, ao abraçar uma questão tão polêmica e urgente como o racismo, é algo mais que pertinente nos dias atuais. Precisamos desse empoderamento. Confira a letra de "Formation":

[Intro: Messy Mya]
What happened at the New Wil’ins?
Bitch, I'm back by popular demand

[Refrain: Beyoncé]
Y'all haters corny with that illuminati mess
Paparazzi, catch my fly, and my cocky fresh
I'm so reckless when I rock my Givenchy dress (stylin')
I'm so possessive so I rock his Roc necklaces
My daddy Alabama, Momma Louisiana
You mix that negro with that Creole make a Texas bama
I like my baby heir with baby hair and afros
I like my negro nose with Jackson Five nostrils
Earned all this money but they never take the country out me
I got a hot sauce in my bag, swag

[Interlude: Messy Mya + Big Freedia]
Oh yeah, baby, oh yeah I, ohhhhh, oh, yes, I like that
I did not come to play with you hoes, haha
I came to slay, bitch
I like cornbreads and collard greens, bitch
Oh, yes, you besta believe it

[Refrain: Beyoncé]
Y'all haters corny with that illuminati mess
Paparazzi, catch my fly, and my cocky fresh
I'm so reckless when I rock my Givenchy dress (stylin')
I'm so possessive so I rock his Roc necklaces
My daddy Alabama, Momma Louisiana
You mix that negro with that Creole make a Texas bama
I like my baby heir with baby hair and afros
I like my negro nose with Jackson Five nostrils
Earned all this money but they never take the country out me
I got a hot sauce in my bag, swag

[Chorus: Beyoncé]
I see it, I want it, I stunt, yellow-bone it
I dream it, I work hard, I grind 'til I own it
I twirl on them haters, albino alligators
El Camino with the seat low, sippin' Cuervo with no chaser
Sometimes I go off (I go off), I go hard (I go hard)
Get what's mine (take what's mine), I'm a star (I'm a star)
Cause I slay (slay), I slay (hey), I slay (okay), I slay (okay)
All day (okay), I slay (okay), I slay (okay), I slay (okay)
We gon' slay (slay), gon' slay (okay), we slay (okay), I slay (okay)
I slay (okay), okay (okay), I slay (okay), okay, okay, okay, okay
Okay, okay, ladies, now let's get in formation, cause I slay
Okay, ladies, now let's get in formation, cause I slay
Prove to me you got some coordination, cause I slay
Slay trick, or you get eliminated

[Verse: Beyoncé]
When he fuck me good I take his ass to Red Lobster, cause I slay
When he fuck me good I take his ass to Red Lobster, cause I slay
If he hit it right, I might take him on a flight on my chopper, cause I slay
Drop him off at the mall, let him buy some J's, let him shop up, cause I slay
I might get your song played on the radio station, cause I slay
I might get your song played on the radio station, cause I slay
You just might be a black Bill Gates in the making, cause I slay
I just might be a black Bill Gates in the making

[Chorus: Beyoncé]
I see it, I want it, I stunt, yellow-bone it
I dream it, I work hard, I grind 'til I own it
I twirl on them haters, albino alligators
El Camino with the seat low, sippin' Cuervo with no chaser
Sometimes I go off (I go off), I go hard (I go hard)
Get what's mine (take what's mine), I'm a star (I'm a star)
Cause I slay (slay), I slay (hey), I slay (okay), I slay (okay)
All day (okay), I slay (okay), I slay (okay), I slay (okay)
We gon' slay (slay), gon' slay (okay), we slay (okay), I slay (okay)
I slay (okay), okay (okay), I slay (okay), okay, okay, okay, okay
Okay, okay, ladies, now let's get in formation, cause I slay
Okay, ladies, now let's get in formation, cause I slay
Prove to me you got some coordination, cause I slay
Slay trick, or you get eliminated

[Bridge: Beyoncé]
Okay, ladies, now let's get in formation, I slay
Okay, ladies, now let's get in formation
You know you that bitch when you cause all this conversation
Always stay gracious, best revenge is your paper

[Outro]
Girl, I hear some thunder
Golly, look at that water, boy, oh lord

Polêmicas:

Algumas horas depois do lançamento do clipe, Beyoncé foi acusada de ter usado sem permissão algumas cenas do documentário “That B.E.A.T”(2013). O diretor Chris Black e o produtor Abteen Bagheri recorreram ao Twitter para expressar o descontentamento ao verem cenas de seu trabalho no clipe. Já se tem a informação de que a produção de Beyoncé obteve autorização para o uso das imagens, mas quem cuida dos direitos do documentário é o Festival Sundance. Apesar de os criadores, é a produtora que tem assegura o uso das filmagens. Após a polêmica, ambos os lados se esclareceram, inclusive com postagens no Twitter. “That B.E.A.T” traz a cena bounce e suas essências na cidade de Nova Orleans.

Depois de seu lançamento, "Formation" incomodou tanto que foi levantado um boicote nas redes sociais contra apresentação de Beyoncé no intervalo do Super Bowl. A ofensa partiu de familiares e amigos de policiais devido ao apoio ao movimento "Black Lives Matter", que promove campanhas contra a violência e preconceito sofridos pelos negros no país. O que de nada adiantou, pois já se tem a informação de que se tratou da maior audiência da história do evento. Para quem assistiu o show, que contou com Coldplay e Bruno Mars, viu Beyoncé em uma performance forte e cheia de símbolos, como as dançarinas com visual que remetia aos Panteras Negras, organização que passou a defender os direitos civis dos negros na década de 60. Assista a performance a seguir:

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Já escolheu a cor da underwear para a Virada?


Virada do ano é sempre uma noite de muitas tradições: pular ondas, comer sementes de romã, sementes de uva, lentilha, cor do look...Enfim, uma série de rituais que nos garantam uma boa entrada de ano novo. Já postamos aqui no blog NLDJ uma matéria especial sobre o significado das cores nessa época, assim como dicas de looks para o Réveillon. E acompanhando as tradições, nada mais oportuno do que escolher também a cor da underwear para potencializar todas as energias, não é verdade? Assim, o site The Undewear Expert publicou um vídeo no Youtube que mostra as cores tradicionais de underwear em vários países. E claro, qual o significado de cada uma delas. Vale pink, vermelho, laranja, bolinhas e até virar a cueca no avesso! Quer saber mais? Assista ao vídeo e aproveite a inspiração: 



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