https://nalinguadoju.blogspot.com/    opinião       moda       dicas nldj       música       vídeos       comportamento      http://facebook.com/nalinguadojuoficial    http://instagram.com/julianocesarsilveira
Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens

Meus hábitos muscais de 2018, segundo o Spotify


Tarde pra uma retrospectiva? Acho que não...Mas vamos de Spotify? Porque ouvir música em streaming hoje em dia é como tomar um copo de água quando se tem sede. E os algoritmos que perseguem a gente fez um levantamento do meu ano de 2018 na plataforma musical. Assim, comecei janeiro do ano passado ouvindo "I Never Dream", do Against No Logic...


Passei 10.360 minutos (mais de 172 horas) ouvindo música pelo celular, dos quais 20 horas foram dedicadas só pra Madonna. Além dela, entre os artistas mais ouvidos estão Björk, Róisín Murphy, Vendredi sur Mer (minha grande descoberta musical de 2018) e a Miss Kittin. Já as músicas, "Céu Azul", do Jaloo feat. MC Tha, "LMK", da Kelela, "Lune est l´autre", do Vendredi sur Mer, "Like", da Róisín Murphy e pasmem..."Mary The Night", da Lady Gaga, não saíram do repeat

Os gêneros mais escutados, segundo o Spotify, são variados e contam com Pop, Indie, Dance/Electronic, Rock e Punk. E ainda, mesmo com uma avalanche de músicas novas todos os dias, ainda tive tempo de ouvir "I Put A Speel On You" da Nina Simone, gravação original de 1965.Gente, eu amo essa música! Juro! E por muitos motivos, ela com certeza foi uma das mais ouvidas do ano de 2018 no Spotify...


As músicas que não saíram do repeat em 2018:







Susto musical: "Marry The Night" entre as mais tocadas no meu Spotify...


Já o meu TOP 100 conta com "Black Effect" dos The Carters, "The Baptist" do Lauren Auder, "Love Delicius" do Girls of the Internet, "Finer Things" das Sateen e muito mais...






Clique aqui e ouça o meu TOP 100 de 2018 segundo o Spotify!
Share:
LEIA MAIS

Mount Sims


Estou numa fase musical bem primeira década dos 2000, voltando a ouvir muita coisa boa que pintou por lá, principalmente no movimento Electroclash. Uma das bandas que amo da época é Mount Sims (ou simplesmente Mt. Sims), nome artístico de Matthew Sims, músico alemão baseado nos EUA.

Artista performático, DJ, produtor e músico, os trabalhos anteriores de Matthew estavam situados no campo da música eletrônica, embora tenha influências tão variadas quanto post punk, new wave, techno e darkwave. Sims é quase exclusivamente responsável por todos os aspectos de sua música, desde os vocais, instrumentação e de produção. No entanto, acabnou por formar uma banda que inclui três integrantes: o próprio Mt. Sims, Rand Twigg Lange no baixo e Andre Lange na bateria.

A temática sexual é um ponto central na música e nas apresentação de Mount Sims, com letras explicitas e nudez em seus shows. Tendo Giorgio Moroder, Depeche Mode, e Curtis Mayfield como influências musicais declaradas, Sims, assim como o grupo Fischerspooner de Nova York, executa shows que se parecem mais com performances ao vivo do que com simples execuções de um DJ.

"Ultra Sex"(2002), seu álbum de estreia, primeiro chamou a atenção do alemão  DJ Hell, da Gigolo Records. Em seguida, a Emperor Norton Records, selo especializado em música underground, lançou o disco nos EUA com quatro faixas adicionais produzidas por Mickey Petralia.

Em 2009, Sims colaborou em quase todas as faixas do álbum "Tomorrow, In A Year", da dupla The Knife.

Vale a pena ouvir e recordar uma época tão tão boa na vida...



Share:
LEIA MAIS

"Kittin Collection", coletânea de hits da Miss Kittin

Querendo ouvir coisa boa, eis que a gente reencontra a "Kittin Collection", primeira coletânea de hits da Miss Kittin, eterna musa do electro. Lançada em 2016, estava meio que perdida entre tantos sons bacanas que a gente deixa de ouvir com o tempo. Saiu pelo selo Pledge Music e trata-se de um álbum que traz um apanhado de colaborações gravadas nos 17 anos de carreira da cantora e DJ francesa. O material foi disponibilizado em CD e vinil, assim como um packet pra download.

Catapultada no início de 2000 pela onda electroclash (que assolou positivamente a música eletrônica da época), Miss Kittin coloca pra jogo todos seus features de sucesso que a projetaram para o mundo. Tem "The Vogue"(2001), parceria 90´s downtempo com o projeto Antonelli Electr., a releitura de Sven Väth para o hino kitsch "Je T’Aime…. Moi Non Plus", imortalizado em 1967 nas vozes do eternos "nonchalencers" Serge Gainsbourg e Jane Birkin’, a poderosa e culpada por tudo "Madame Hollywood"(2002), icônica e emblemática parceria com o DJ e produtor Felix Da Housecat e "Rippin Kittin"(2002), depressivo e famoso duo com o projeto Golden Boy. Tem também a esfuziante e obsessiva "Hide", de Kris Menace.


Confira a tracklist completa:

1. Oxia feat. Miss Kittin – ‘Housewife’
2. Steve Bug feat. Miss Kittin – ‘Painkiller’
3. Kris Menace feat. Miss Kittin – ‘Hide’
4. Golden Boy with Miss Kittin – ‘Rippin Kittin’
5. Maya Jane Coles feat. Miss Kittin – ‘Take a Ride’
6. Sven Väth Feat. Miss Kittin – ‘Je T’Aime…. Moi Non Plus’
7. Felix Da Housecat feat. Miss Kittin – ‘Madame Hollywood’
8. Primal Scream – ‘Diamonds, Fur Coat, Champagne’
9. Antonelli Electr. feat. Miss Kittin – The Vogue
10. Aquarius Heaven feat. Miss Kittin – Slow Love
11. Detroit Grand Pubahs feat. Miss Kittin – After School Special

O álbum "Kittin Collection" me fez lembrar das boas noites e dos bons drinks no início dos 2000, lá no Central Bar, quando "carão" era algo permitido, assim como conhecer e bater papo com pessoas interessantes que tinham algo para contar também o era...Deliciosas lembranças, como no início de 2001, quando eu e meu grande amigo Jorge Marcelo Oliveira (MONDO MODA) nos jogamos pra  Lov.e Club & Lounge, em Sampa, só pra ver a Miss Kittin discotecar...E se você está neste período de entressafra e um pouco saudosista aguardando os lançamentos musicais bacanas de 2018, dá o play e ouça "Kittin Collection" com o blog NLDJ!

Depois, clique aqui e ouça nossa MIXTAPE "Especial Miss Kittin", lá de 2009...

Share:
LEIA MAIS
, , ,

SSION lança single e anuncia novo álbum pra 2018



O norte-americano Cody Critcheloe, mais conhecido como o multifatetado SSION, lançou neste final de 2017 o single "COMEBACK", primeiro de seu próximo álbum "O", previsto para abril de 2018.

"COMEBACK" ganhou um curta produzido e dirigido por Critcheloe e que apresenta duas músicas inéditas: "COMEBACK" e “Big as I Can Dream”. O clipe é narrado de forma criativa e estranha num trabalho carregado de referências como "Atom Heart Mother" do Pink Floyd, o videoclipe de “Faith” de George Michael, o logotipo do Oasis, as coreografias de Bob Fosse, cenas de perseguição e personagens bizarros de David Lynch.

O resultado é uma maravilha por si só, bem ao estilo SSION que a gente ama. E a faixa é ótima, cheia de conceito pop glam rock, pronta para as pistas cult.


Share:
LEIA MAIS
, ,

Tudo sobre "Utopia", novo álbum da Björk


"Utopia", 10º álbum de estúdio de Björk, foi lançado hoje, 24/11, via One Little Indian, em CD, Digital Pack e LP. Ao todo são 14 faixas inéditas, sendo o mais longo álbum da carreira da cantora islandesa até o momento. O trabalho de divulgação já contou com dois excelentes singles que trazem essa nova atmosfera e fase da cantora. Falamos de "The Gate" e de "Blissing Me", aqui no blog NLDJ
Para quem estava esperando ritmos alucinantes, o retorno às pistas, ou um pouco mais de acessibilidade ao universo da cantora, fique com uma versão um pouco mais difícil de "Medulla" (2004), mas com um toque de lirismo, introspecção, romance e sexo. Sim, é o resultado non stop da ideia de que o novo trabalho seria um "Tinder", como a cantotra já havia anunciado anteriormente. 

Björk não chega acessível e nem pretende ser. Ao mesmo tempo, "Utopia" é contemporâneo ao construir um universo musical acima do que o mercado fonográfico habitualmente nos oferece. E se em "Vulnicura" (2015), uma espécie de retrato confessional, que tinha como contexto a dissolução da ligação amorosa de dez anos da cantora com o artista plástico americano Matthew Barney, transposta para uma comovente sonoridade orquestral, o novo álbum constituiu a superação dessa tristeza e um olhar renovado sobre a realidade à volta. 

"Utopia" procura a luz, o acreditar outra vez na transcendência e na possibilidade do amor. Não necessariamente o amor relacional, mas o universal ou espiritual, essa disponibilidade transbordante de afeto pelos outros, sejam eles pessoas, seres, plantas ou objetos. Mas não é apenas uma utopia de caráter mitológico, a possibilidade de criar um outro lugar de prazer. Existe também o ambiente pós-Trump e a responsabilidade de não ter apenas uma atitude reativa, antes contrapor com alternativas e otimismo perante um opressivo clima sociopolítico conservador. E isso se mostra não somente nas músicas, mas também na persona criada por Björk e que acompanha essa viagem musical. Um ser mitológico, que vive em uma floresta mágica e luxuriante, feita de sons e vozes celestiais, com flautas, harpas, elementos eletrônicos e sons de pássaros. 

Na produção e construção desse espaço utópico, além de escrever e co-produzir, Björk editou e estruturou sozinha todas as faixas. Para o disco, montou uma orquestra de flauta islandesa com 12 membros. Também escreveu um arranjo para o coral Hamrahlíðarkórinn. Alexandro Ghersi, o jovem músico e produtor venezuelano Arca, presente no disco anterior e que tem tido papel relevante na música dos últimos anos, com três álbuns solo, e importantes colaborações (FKA Twigs, Kelela, Kanye West), aparece novamente em "Utopia". Mais do que executante, foi um parceiro criativo e isso pressente-se nos espasmos eletrônicos e nas sombras misteriosas que se desenham no horizonte sonoro das canções. Em certos momentos, a voz da cantora parece mais um instrumento. Em outros, é absurdamente expressiva. E se as orquestrações eram centrais em "Vulnicura", da mesma forma que a voz humana em "Medulla" ou os microrganismos eletrônicos em "Vespertine", no novo álbum é a flauta a grande protagonista. O instrumento pontua todo o trabalho. Desde o seu som mais natural, até sobreposições e camadas dissolvidas nas faixas. O resultado final é soberbo. Se "Vulnicura" simbolizava a desesperança do fim, "Utopia" representa um novo capítulo. Um glorioso renascimento ou um particular ato de acasalamento.

Em Artigo da Dazed Magazine, Björk afirmou que os sons calmos de pássaros das canções que ocorrem entre faixas, de forma similar ao seu álbum de 2007, "Volta", são provenientes de gravações de campo da própria cantora, no entanto, também foram amostras extraídas do álbum de David Toop, "Hekura" (1980), o qual considera como um de seus álbuns favoritos.

Confira o tracklist:

1. Arisen My Senses   
2. Blissing Me   
3. The Gate   
4. Utopia   
5. Body Memory   
6. Features Creatures   
7. Courtship   
8. Loss   
9. Sue Me   
10. Tabula Rasa   
11. Claims Taker   
12. Paradisia   
13. Saint   
14. Future Forever

Clique aqui e ouça o álbum compelto no Spotify.

Não deixe de conferir os clipes de "The Gate" e "Blissing Me" a seguir:



"Utopia" não seria completo se não estivesse acompanhado de uma boa imagem. Esse novo ser interpretado pela cantora traz traços de uma fada, um fauno, um alienígena...Interprete da forma como quiser. Coube assim à Santiago Felipe as fotos do encarte do álbum. Edda Guðmundsdóttir cuidou do detalhado stylist e a maquiagem impactante ficou a cargo do make-up artist e drag queen Hungry, conhecido na cena drag de Berlim. James Merry, parceiro de Björk deste a fase "Vulnicura" não poderia ficar de fora e cuida da máscara usada pela cantora na capa, fotografada por Jesse Kanda. AGucci também aparece na plataforma prateada usada por Björk. E sim, é um strap-on que você vê na foto...

Share:
LEIA MAIS
, , ,

Ouça (e veja) "Blissing Me", novo sigle de Björk


A ideia de seu próximo álbum ser como um Tinder, parece que está cada vez mais tomando forma. Eis que Björk nos agracia com seu mais novo single, intitulado "Blissing Me", o segundo de seu próximo trabalho de inéditas, "Utopia" (2017), com data de lançamento prevista para o próximo dia 24 de novembro. 


Com produção da própria Björk e Arca, a faixa lembra momentos de "Vespertine" (2001). Impossível não nos remetermos a ele na delicada construção da faixa, toda amparada em arranjos delicados com uma presente harpa na introdução, destacando de forma eficaz a voz única da cantora. E se em "Vulnicura" (2015) Björk já afirmou que o considera o inferno, de fato, "Utopia" é o paraíso. 

A letra de "Blissing Me" narra a descoberta do amor a partir da história de “dois nerds obcecados por música“. “Toda a minha boca o beijava / Agora, no ar, eu sinto a falta dele … Ele lembra o amor em mim / Estou comemorando em um mar viral / Enviando MP3 / Apaixonanda com uma música“, canta Björk. A atmosfera aqui é bem diferente de "The Gate", cujo desespero de afirmação do amor dá lugar a uma confição amorosa entre casais que compartilham coisas simples em comum.

O novo single chega acompanhado de um lindo vídeo dirigido por Tim Walker e Emma Dalzell, com direção criativa da própria Björk. Finalmente sem CGI e em um único plano sequência (sem cortes), a cantora dança e encanta através de toda a sua característica expressão corporal. Feliz, por estar vivendo esse sentimento mais uma vez. Sim, o amor, em tempos politicamente incertos...



Björk fashionista

Se em "The Gate", primeiro single e vídeo de "Utopia", Björk firmou parceria com a Gucci de Alessandro Michele, a viagem fashionista da cantora continua em "Blissing Me". Com stylist de Edda Guðmundsdóttir, Björk veste um modelo transparente de tule azul da designer escocesa Pam Hogg, conhecida por vestir celebridades como Kylie Minogue, Siouxsie Sioux, Lady Gaga, Rihanna e Kate Moss. As plataformas amarelas tem assinatura da Gucci, reforçando a parceria inicial citada acima. A maquiagem impactante e ao mesmo tempo super delicada ficou a cargo do make-up artist Hungry, conhecido na cena drag de Berlin. Hungry também é responsável pela concepção da make da capa e encarte do álbum "Utopia". As jóias são de James Merry, parceiro de Björk deste a fase "Vulnicura". Abaixo, capa do álbum "Utopia" clicada por Jesse Kanda.


Como já dissemos, "Utopia" será lançado no dia 24/11 via One Little Indian, em CD, Digital Pack e LP. Ao todo serão 14 faixas inéditas, sendo o mais longo álbum de estúdio de Björk até o momento. Artigo da Dazed  Magazine afirmou que os sons calmos de pássaros das canções ocorrem entre faixas, de forma similar ao seu álbum de 2007, "Volta". Estes sons são provenientes de gravações de campo da própria Björk, no entanto, também foram amostras extraídas do álbum de David Toop, "Hekura" (1980), o qual a cantora considera como um de seus álbuns favoritos.

Confira o tracklist:

1. Arisen My Senses   
2. Blissing Me   
3. The Gate   
4. Utopia   
5. Body Memory   
6. Features Creatures   
7. Courtship   
8. Loss   
9. Sue Me   
10. Tabula Rasa   
11. Claims Taker   
12. Paradisia   
13. Saint   
14. Future Forever

Se estamos ansiosos? Adivinha?

Em tempo: saiu hoje no canal da MIXMAG no YouTube um DJ Set incrível de 45 minutos assinado por...Björk, apresentando um tracklist com alguns artistas inovadores. Obviamente ARCA estaria na lista.  É bem interessante, pois traz bem o clima proposto por Björk em seu "Utopia". Ouça aqui no blog NLDJ:

Share:
LEIA MAIS
,

"The Music, The Mem'ries, The Magic!": filme/Show de Barbra Streisand estreia na Netflix dia 22 de novembro


Dia 22 de novembro estreia "Barbra: The Music… The Mem'ries… The Magic!", na Netflix. Trata-se de um filme show que mostra o retorno de Barbra Streisand aos palcos em 2016, com participações especiais de Jamie Foxx, Anne Hathaway, Hugh Jackman, Alec Baldwin, Seth McFarlane e Melissa McCarthy.

"The Music, The Mem'ries, The Magic!" é a mais recente turnê de Barbra Streisand, que rodou 13 cidades dos EUA em um total de 14 shows. É a sétima de Streisand, precedida de "Barbra Live" (2012-13). "The Music, The Mem'ries, The Magic!" iniciou em 2 de agosto de 2016 no Staples Center, em Los Angeles, e terminou em 6 de maio de 2017 no Barclays Center, Brooklyn, NY. E justamente o show apresentado no dia 5 de dezembro de 2016, no American Airlines Arena, em Miami, foi filmado para ir ao ar na Netflix. 

Aos fãs é um prato cheio para conferir a diva de 75 anos nos palcos em virtuosa performance, relembrando hits e histórias de sua carreira. Dividido em dois atos, o show apresenta o total de 24 canções (porém, editado na Netflix). Entre os sucessos estão "People", "Don't Rain on My Parade", "The Way We Were", "Woman in Love", "Papa, Can You Hear Me?" e "No More Tears (Enough Is Enough)", clássico dueto com Donna Summer de 1979. 

Barbra Streisand é uma das artistas mais bem-sucedidas, tanto comercialmente como de crítica, na história do entretenimento norte americano, com mais de 71,5 milhões de álbuns vendidos nos Estados Unidos ( é a artista feminina que mais vendeu discos nos Estados Unidos, ocupando a oitava colocação na lista geral) e 140 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo. Streisand é uma das poucas estrelas do show business a conquistar prêmios em diversas áreas da arte - Oscar (cinema), Grammy (música), Tony (teatro) e Emmy (televisão). Ela foi também a primeira mulher a simultaneamente produzir, dirigir, escrever e atuar em um filme ("Yentl", de 1983). Além de tudo isso, Barbra é um dos ícones da cultura LGBTQI mundial. 

Programe-se, pois o fervo será mais que garantido!

Share:
LEIA MAIS
, , ,

Hercules & Love Affair das pistas está de volta com o babadeiro clipe de "Rejoice"


Para os fãs que estavam aguardando ansiosamente um pouco mais de báfo na divulgação de "Omnion", novo álbum de inéditas do Hercules & Love Affair, finalmente Andy Butler atendeu nossas preces e acaba de lançar um clipe para o single "Rejoice". A faixa, uma das mais agitadas do introspectivo álbum, traz os vocais de Rouge Mary, transex que faz as graças de diva dance com grande assertividade, nos remetendo ao primeiro trabalho de estúdio de Butler, aquele Hercules & Love Affair lá de 2008!

"Rejoice" é uma das composição mais intensas do novo álbum até aqui, cheia de sintetizadores climáticos, lentamente explode em meio a batidas e temas eletrônicos de essência super dançante. E o clipe é babadeiro: é o retorno de Andy Butler e cia. depois de seis anos sem aparecerem em um clipe do Hercules & Love Affair. "Então, depois de seis anos de não aparecermos em um vídeo de Hercules e Love Affair (mais por acidente do que design), queria que aparecêssemos no vídeo para 'Rejoice'. Rouge Mary é um artista tão feroz, por isso foi meio genial. Tivemos que capturar essa energia neste vídeo ", conta Butler no material de divulgação. Dirigido por Will Kennedy, o clipe mostra uma festa daquelas bem babadeiras, com a participação de Antoine Timmermans, performer conhecida como Cybersissy, popular na cena novaioquina.

"Omnion" (2017)  foi lançado em 18 de agosto pela gravadora Atlantic.

Share:
LEIA MAIS
,

Ouça “Always Ascending”, novo e dançante single do Franz Ferdinand


A banda escocesa Franz Ferdinand acaba de anunciar o título de seu oitavo álbum de estúdio: “Always Ascending”, com data de lançamento prevista para o dia 9 de fevereiro, pela gravadora Domino. 

Alex Kapranos, Bob Hardy, Paul Thomson Julian Corrie e Dino Bardot gravaram as 10 faixas do disco no RAK Studios, em Londres, e Motorbass, em Paris, com a ajuda do produtor francês Philippe Zdar (Cassius, Phoenix, The Beastie Boys). No novo trabalho, Franz Ferdinand cria um som que o vocalista Alex Kapranos descreve como “simultaneamente futurístico e naturalista”.

“Always Ascending” já está disponível para pré-venda no iTunes e estará disponível em CD, vinil e fita pelo DomMart, com uma edição especial da DomMart contendo vinil azul e branco marmoreado e uma bolsa com assinaturas impressas. E parece que agora é mesmo tempo da fita K7, que também estará no pacote!

Ouça o primeiro single “Always Ascending”, single que dá nome ao novo álbum do Franz Ferdinand:


Confira a tracklist de “Always Ascending”.

1. Always Ascending
2. Lazy Boy
3. Paper Cages
4. Finally
5. The Academy Award
6. Lois Lane
7. Huck And Jim
8. Glimpse Of Love
9. Feel The Love Go
10. Slow Don’t Kill Me Slow

A banda também irá anunciar as datas para sua turnê mundial, que passará por países como Estados Unidos, Canadá, Escócia, França, Bélgica, Áustria e Japão, entre outros. Mais informações no site da banda: franzferdinand.dominomart.com.
Share:
LEIA MAIS
, , ,

MGMT está de volta com o single "Little Dark Age"


De banda indie revelação em 2007, rolou muita coisa no projeto MGMT, dos nova-iorquinos  Ben Goldwasser e Andrew VanWyngarden. O merecido freje inicial da carreira deu um tempo e a maturidade musical apresentada pelos dois foi sendo desenvolvida em mais dois álbuns, até que chegamos no final de 2017, dez anos depois de "Oracular Spectacular". 

"Little Dark Age" é o novo single do projeto, e também dá o nome ao quarto álbum de estúdio da banda. Ainda que uma típica composição da banda, a música é daquelas que grudam feito chiclete na cabeça, carregada de sintetizadores espaciais e batidas anos 80 através de uma construção estética obscura e surreal em constante repetição dos elementos, principalmente os versos. 

A faixa título do novo álbum, com previsão de estreia para 2018, foi divulgada há poucos dias juntamente com um clipe cheio de imagens surreais/nonsenses, dirigido por Nathaniel Axel e David MacNutt.

Já virou nossa trilha oficial!

Share:
LEIA MAIS
,

SOPHIE se apresenta em novo single, "It's Ok to Cry"


Em tempos difíceis para o pop e mais ainda para o movimento LGBTQ, eis que (re)surge SOPHIE e um lindo single que promete acalantar a alma e empoderar nossos discursos. A produtora, anteriormente conhecida como Sophie Long e que agora se assume trans e cantora, já colaborou com nomes de peso na música como Madonna (Bitch I'm Madonna), Charli XCX ((Vroom Vroom EP), Vince Staples, Le1f, Liz, Namie Amuro, entre  outros aristas. 

"It's Ok to Cry" é uma balada cintilante, cheia de sintetizadores e batidas de certa forma contidas. Comparado ao EP "Product" (2015), esta nova fase chega a ser confessional, deixando de lado experimentações e referências da música eletrônica dos 90´s. Já a letra de "It's Ok to Cry" serve como uma verdadeira libertação. Introspectiva, tem uma explosão final que justifica a audição e o clipe, dirigido pela própria SOPHIE, a apresenta pela primeira vez frente ao seu próprio trabalho. É uma boa novidade para ficar de olho... 

Share:
LEIA MAIS
,

Claes Björklund, produtor do "iamamiwhoami" em carreira solo


O projeto audiovisual "iamamiwhoami" se destrinchou de vez em vôos solos. Seus criadores, os suecos Jonna Lee, Johan Lundgren e Claes Björklund, que nos surpreenderam e definiram os princípios do Viral na web lá em 2012, estão em plena forma, cada um com sua representatividade e característica. O que é muito bacana, porque os três já eram ótimos juntos e agora, dá pra conferir a versatilidade de cada um e conseguir identificar exatamente seus papeis no "iamamiwhoami"! Apesar que ainda está tudo em família, porque um produz o outro e por aí vai...Quem ganha são os fãs.

Depois de Johan Lundgren e seu projeto "Tunga" e Jonna Lee com seu auter ego "ionnalee" (já falamos dela aqui), ainda faltava um integrante mostrar sua faceta. Agora, pra alegria geral, temos "Barbelle", do produtor Claes Björklund e que fecha o trio de vôos solos do "iamamiwhoami". 

"Barbelle" é diferentão, climático, melódico e sophomore. O clima é oitentista, bem Roxy Music e algumas pitadas de synthpop e electro. Até agora havia apenas a instrumental “OHWHYYEAH”, lançada em 2016. "Never Too Much" é o segundo single do projeto de Claes Björklund e vale a pena ser ouvida, pois chega com a surpresa vocal de Nick Whitecross, da banda new wave "Kissing The Pink". 

"Never Too Much" ganhou um clipe dirigido pelo WAVE, projeto do fotógrafo e cineasta John Strandh, que também cuida do visual dos clipes do "iamamiwhoami". Como disse acima, está tudo em família! E o clipe é lindo, cheio de efeitos, quase um "Tron", mostrando uma faceta space-gothic style do Claes Björklund que aparece no clipe ao invés do Nick Whitecross. E o nome do projeto é fechativo, né? "Barbelle"...



Assista ao videoclipe do single de estreia “OHWHYYEAH” do Barbelle:

Share:
LEIA MAIS

Believe: musical sobre a vida de Cher já tem data de estreia nos EUA


O que antes era um sonho - e estava no papel - agora se concretiza: em 12 de junho de 2018 estreia o musical "The Cher Show", em Chicago, no Oriental Theatre, e fica em cartaz por lá até o dia 15 de julho. Depois será a vez de Manhattan, quando no segundo semestre o musical estreia no Neil Simon Theatre, na Broadway. 
Share:
LEIA MAIS

Conheça Yaeji, a melhor novidade musical de 2017


Kathy Yaeji Lee: guarde esse nome. Conhecida como Yaeji, a sul-coreana radicada em NY, é um dos principais hot tickets musicais desse ano de 2017. Sim, não é exagero. Seu EP "Yaeji EP", está na lista de vários sites especializados só com os mais sinceros elogios. 

Capa do "Yaeji EP"

Ouça aqui o EP completo:


O som viajandão e cheio de camadas de Yaeji traz como influência a música eletrônica dos anos 90. Sim, a década que está na moda atualmente. Mas o trabalho final da cantora, produtora e DJ não é nada oportunista. Cantando tanto em inglês quanto em coreano, ela nos traz de volta a efervescência undergorund da house music da década citada, assim como influências do R&B e trip hop. E alguns samplers, como em "Last Breath", que traz vocais de Róisín Murphy em "The Time Is Now", um dos clássicos do Moloko...O clipe, uma sátira aos tutoriais de maquiagem no YouTube, é um dos nossos preferidos deste ano de 2017... 


Seu segundo EP (intitulado "EP2"), sai 3 de novembro pela Good Music com mais 6 faixas inéditas e já promete muito ambient e batidas hipnóticas, como a do novo single "Drink I'm Sippin On", que você confere aqui no blog NLDJ

Share:
LEIA MAIS
, , ,

Björk e o amor utópico em "The Gate", seu novo single


Desde que anunciou um novo álbum, Björk criou novamente uma expectativa sem precedentes. Declarações em entrevistas, como a publicada na Dazed Magazine, despertaram ainda mais a curiosidade, por ter afirmado que o trabalho seria o oposto do bem conceituado "Vulnicura" (2015). "O último disco nós meio que consideramos o ‘inferno’ – é como o divórcio. Agora, nós estamos construindo o paraíso. Utopia”, disse a cantora. Assim, o novo álbum, que ganhou o nome provisório de "Utopia", é praticamente um antídoto de "Vulnicura", na época muito associado ao término de relacionamento da cantora. Björk considerou seu novo álbum como sendo o seu "Tinder". 

A expectativa finalmente foi apaziguada no final desta primeira quinzena de setembro, com o lançamento do single "The Gate", em pré-venda no site oficial da cantora (clique aqui). “The Gate é essencialmente uma música sobre o amor, mas eu digo ‘amor’ de uma maneira mais transcendental", analisa Börk sobre seu novo single. A música, com pouco mais de seis minutos, se apega à voz única de Björk e seu poder de interpretação, junto aos arranjos minimalistas, quase inexistentes. A letra é linda e traz essa essência de um amor transcendental dito pela cantora: 

"My healed chest wound (Meu peito curado)
Transformed into a gate (Transformado em um portão)
Where I receive love from (Onde eu recebo amor)
Where I give love from (Onde dou o amor)
Where I receive love from (Onde eu recebo amor)
Where I give love from (Onde dou o amor)"

"The Gate" ganhou um belíssimo clipe surrealista com direção criativa assinada pela própria Björk. A direção ficou por conta de Andrew Thomas Huang, parceiro de longa data, responsável pelos clipes de "Vulnicutra". Alessandro Michele, da Gucci, assina o vestido, feito em PVC plissado, fitas de PVC e organza de lurex. Levou 870 horas para ser feito – 550 horas para a confecção do vestido propriamente dito e 320 horas apenas para o bordado de pequenas pérolas e outras pedras. É um total de 36 dias de trabalho. James Merry, que trabalha com Björk desde 2009, apresenta dois modelo lindos de máscaras. 


"Utopia", chega em novembro. Entre as parcerias, o venezuelano Arca assume a co-produção, assim como fez em "Vulnicura". 

Share:
LEIA MAIS

Who that is, hoe? Conheça Princess Nokia, a rapper que todo mundo precisa ouvir


Princess Nokia: estamos de olho nela. Sua poderosa "Tomboy" é trilha do comercial da campanha de Inverno 2017 de Marc Jacobs. Sim, a tal coleção acusada de apropriação cultural da cultura Hip Hop, que na verdade a gente amo e já falamos dela aqui no blog NLDJ, só clicar aqui e conferir. 

Bom, vamos ao que interessa: Princes Nokia (também conhecida como Wavy Spice ou Destiny Frasqueri), nasceu em Nova York, mais precisamente do bairro East Harlem, que tem a maioria de sua população formada por latino-americanos. Seu trabalho tem conexões familiares e ancestrais com os Tainos, os Boricuas, os Iorubás e o bairro underground do Harlem. “Eu sou uma mulher forte e de cor. E eu acredito que toda mulher que seja forte e de cor é automaticamente uma feminista, mesmo que ela não se veja assim.” – relata a própria em entrevista a Refinery 29. O nome Princes Nokia ela descreve como mais um de seus alter egos artísticos onde o foco comum é a sua origem latino-americana, africana e indígena. Como Princess Nokia, ela procura atingir a diversos tipos de pessoas – “gays do Leste Asiático, meninas-noivas do Oriente Médio, meninas banjee do Harlem” – através de uma musicalidade cósmica, tridimensional e representativa.

Com um trabalho consistente e pautado pelo R&B, Hip HopDrum & Bass do final dos anos 90 e início dos 00, Princess Nokia abusa de empoderamento e auto referência em suas composições. Seu álbum de estreia "Metalic Butterfly" (2014), lançado em exclusividade pela Vice, apresenta referências de animes, drum&bass e a sonoramente se aproxima em alguns momentos do trabalho concebido por Azealia Banks (antes de surtar). Você pode ouvir "Metalic Butterfly" na integra logo abaixo: 


Ano passado, com o lançamento de "1992", Princess Nokia foi oficialmente reconhecida pela crítica especializada como uma das mais novas promessas do hip hop. O single "Tomboy", carro chefe do álbum, fala de uma garota underground mostrando que mesmo com seios pequenos e “tanquinho” de homem, poderia ser desejada. Definitivamente a rapper feminina independente que todo mundo precisa ouvir. 


"Brujas", outro sigle poderoso de "1992", também bastante elogiado. A construção da faixa, remete exatamente ao Trip Hop dos anos 90. Na letra, Princess Nokia evoca suas tradições de Santería e Wiccanismo e avisa para não mexerem com ela e com outras bruxas sejam do norte/sul, leste ou oeste, porque, para elas, magia branca é “coisa pouca”. "Brujas" é um tratado da força feminina das mulheres não-brancas em conjunto com o significado da religiosidade Íorubá africana.



Assista a campanha de Inverno 2017 com trilha da Princess Nokia. A peça publicitária é dirigida por Jesse John Jenkins e tem stylist de Katie Grand. Os modelos Alek Wek, Cara Taylor, Casil McArthur, Hanne Gaby Odiele, Kiki Willems, Natalie Westling e Slick Woods vestem as criações do estilista em clima bem underground. Com "Tomboy", ganhou uma baita força... 

Share:
LEIA MAIS
, ,

"Five Foot Two", documentário sobre Lady Gaga, estreia 22 de setembro na Netflix


O Netflix anuncia para o dia 22 de setembro, o lançamento de  "Five Foot Two", documentário sobre Lady Gaga. A produção original da plataforma de streaming acompanha a jornada emocional da cantora, com altos e baixos, ao longo de um ano: problemas de saúde e relacionamento, crises de choro, processo criativo, culminando na sua apresentação no intervalo do Super Bowl, no início de 2017. 

A cantora americana mostrou várias prévias do documentário em sua página no Instagram como uma consulta médica e após, a preparação para uma operação. Também mostrou uma conversa telefônica com um de seus melhores amigos, o stylist Brandon Maxwell, em que ela fala, aos prantos, sobre a solidão da fama.

Uma publicação compartilhada por xoxo, Gaga (@ladygaga) em

Uma publicação compartilhada por xoxo, Gaga (@ladygaga) em

Uma publicação compartilhada por xoxo, Gaga (@ladygaga) em

Os fãs poderão pelo jeito conferir mais um momento de intimidade da cantora, procedido pelo álbum "Joanne", um dos mais intimistas de sua carreira. Em seu perfil no Instagram, Gaga revelou que viu alguns trechos, mas decidiu não assistir ao filme todo porque não consegue ser objetiva com relação a ela própria. "Vocês verão antes de mim”, afirma a cantora. 

O filme é realizado por Chris Moukarbel, indicado ao Emmy pelo documentário Banksy Does New York” e a descrição da Netflix diz que “fora de palco, no estúdio, fora do estúdio, em casa, o público vai ver Gaga através de uma série de altos e baixos a nível pessoal e o culminar da jornada emocional de um ano inteiro”.

O lançamento mundial do doc acontece durante o Festival de Cinema de Toronto, em 22 de setembro. Logo em seguida, Gaga: Five Foot Two estará disponível para assinantes da Netflix.

Share:
LEIA MAIS
, , , , , , , , ,

Batalha de Divas: Katy Perry, Fergie e Taylor Swift em um só dia. De que lado você está?


Quinta-feira, dia 24 de agosto de 2017. Um dia comum na vida de qualquer mortal. O que você fez? Acordou cedo, trabalhou, entrou em suas redes sociais, tentou deixar sua caixa de entrada de emails em dia, comeu um pedaço de pudim de sobremesa no almoço, pulou a caminhada, viu parte da novela das 9, bateu um bate-papo via vídeo-chamada  no Whatsapp com o boy e foi dormir cedo, correto? Um dia comum como dito acima, mas não para os fãs de Katy Perry, Fergie e Taylor Swift, que ensandecidos, viram suas musas lançarem na internet singles e clipes há tempos aguardados. 

A briga está bem quente: a música de Taylor é melhor que a de Fergie? Katy Perry arrasou nos convidados de seu clipe? Taylor fez mais uma afronta à Katy ao lançar um single praticamente no mesmo dia em que Katy lançava seu clipe? Fergie guarda há mais de um ano seu novo álbum? Fergie é melhor que Katy e Taylor juntas e por aí vai...O bacana de tudo é que as três trouxeram para o mundo seus materiais mais recentes e inéditos, que sacodem pra valer o mercado pop que anda morno morno morno há tempos, né não? 

O assunto renderia três postagens, mas resolvi escrever tudo em uma só. Vamos lá?


Katy Perry

Começou o dia com o aguardado clipe de “Swish Swish”. Depois do lyric video estreado por Gretchen, o que os fãs aguardavam mesmo era a visão de Katy para a faixa dançante de seu recente álbum “Witness”, o quinto de estúdio de Katy, lançado este ano. 

Muitos consideraram as cenas do clipe de "Swish Swish" uma paródia à Taylor Swift e seu clipe de "Bad Blood", devido às participações e edição do material. Em “Swish Swish”, Katy apresenta um jogo super inusitado de basquete entre os times “The Tigers” (de Katy), e “The Sheep”, com a participação de celebridades como Gaten Matarazzo, (Stranger Things), Jenna Ushkowitz (Glee), Terry Crews, Molly Shannon, Russell Horning “Backpack Kid”, Dexter Mayfield, Christine Sydelko, Bill Walton, Rich Eisen, Rob Gronkowski. Um squad de líderes de torcida formado pelo elenco da série “Glow”, da Netflix: Sydelle Noel, Britney Young, Kia Stevens, Jackie Tohn e Ellen Wong arrematam a história toda. E sim, Nicki Minaj, a maior recordista em features da atualidadde, também está presente fazendo a reviravolta dos "The Tigers": 


Katy Perry é a bola da vez e será a host do VMA 2017, neste domingo, onde também se apresentará ao vivo. Leia tudo sobre a premiação aqui


Taylor Swift

Muitos consideram o lançamento de “Look What You Made Me Do”, novo single de Taylor Swift uma forma de detonar as visualizações do vídeo de Katy Perry. Este é o material mais inédito que Swift apresenta, desde  seu bem trabalhado “1989″, de três anos atrás. 

Hino imediato de seus fãs, a faixa traz uma batida pop gostosa, cuja letra os fãs já ligaram sendo uma resposta para Kanye West, envolvendo a polêmica da música e do clipe de “Famous”, onde o rapper afirma que a cantora só ficou famosa por causa dele, depois daquele báfo no VMA de 2009. Briga antiga essa

“Look What You Made Me Do” faz parte de “reputation”, próximo álbum da cantora a ser lançado no dia 10 de novembro, e que já está em pré-venda no iTunes. Taylor foi indicada ao VMA 2017 na categoria de "Melhor Colaboração" por “I Don’t Wanna Live Forever”, com o cantor britânico Zayn, feita especialmente para a trilha de “Cinquenta Tons Mais Escuros”. Será que ela estará na festa da MTV prestigiando Katy Perry? 



Fergie

Depois de um ano atiçando os fãs e deixando todos à beira de um ataque de nervos, Fergie finalmente começa a mostrar verdadeiramente as caras de seu próximo vôo solo intitulado "Double Dutchess", com data de lançamento prevista para o dia 22 de setembro, e pré-venda iniciando nesta sexta-feira (25/08) pelo iTunesO disco terá algumas músicas já conhecidas pelo público, como "L.A. Love (La La)", "M.I.L.F. $", e "Life Goes On", além de mais 10 canções inéditas. 

Como já é de conhecimento dos fãs da cantora, os áudios vazaram de forma ilegal na internet, mas Fergie não se pronunciou a respeito. Está aos poucos liberando a experiência visual de seu disco, já que no começo do ano, a cantora havia revelado que estava gravando vários clipes. Aparentemente, cada música já terá seu próprio vídeo. 

"Hungry", com a participação do rapper Rick Ross é a primeira experiência visual oficial do novo álbum da cantora, em plena forma e abusando de um sample de "Dawn of the Iconoclast" do Dead Can Dance . De quebra, a faixa "You Already Know" (com a participação de quem? Nicki Minaj, a rainha dos features), também foi liberada. Uma batida bem 90´s, com muitas reminiscencias do hip hop e dance music da época. Pense em Technotronic elevado ao nível máximo de ferveção. 



De uma coisa pelo menos a gente tem certeza: Fergie está absurdamente linda, cada vez mais linda! Katy e Taylor nesse quesito vão ter que trabalhar e muito o carão...E você, de que lado está? Conta pra gente nos comentários...E pra finalizar um apelo: Nicki Minaj, por gentileza, chega de features este ano, ok? 
Share:
LEIA MAIS