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"The Music, The Mem'ries, The Magic!": filme/Show de Barbra Streisand estreia na Netflix dia 22 de novembro


Dia 22 de novembro estreia "Barbra: The Music… The Mem'ries… The Magic!", na Netflix. Trata-se de um filme show que mostra o retorno de Barbra Streisand aos palcos em 2016, com participações especiais de Jamie Foxx, Anne Hathaway, Hugh Jackman, Alec Baldwin, Seth McFarlane e Melissa McCarthy.

"The Music, The Mem'ries, The Magic!" é a mais recente turnê de Barbra Streisand, que rodou 13 cidades dos EUA em um total de 14 shows. É a sétima de Streisand, precedida de "Barbra Live" (2012-13). "The Music, The Mem'ries, The Magic!" iniciou em 2 de agosto de 2016 no Staples Center, em Los Angeles, e terminou em 6 de maio de 2017 no Barclays Center, Brooklyn, NY. E justamente o show apresentado no dia 5 de dezembro de 2016, no American Airlines Arena, em Miami, foi filmado para ir ao ar na Netflix. 

Aos fãs é um prato cheio para conferir a diva de 75 anos nos palcos em virtuosa performance, relembrando hits e histórias de sua carreira. Dividido em dois atos, o show apresenta o total de 24 canções (porém, editado na Netflix). Entre os sucessos estão "People", "Don't Rain on My Parade", "The Way We Were", "Woman in Love", "Papa, Can You Hear Me?" e "No More Tears (Enough Is Enough)", clássico dueto com Donna Summer de 1979. 

Barbra Streisand é uma das artistas mais bem-sucedidas, tanto comercialmente como de crítica, na história do entretenimento norte americano, com mais de 71,5 milhões de álbuns vendidos nos Estados Unidos ( é a artista feminina que mais vendeu discos nos Estados Unidos, ocupando a oitava colocação na lista geral) e 140 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo. Streisand é uma das poucas estrelas do show business a conquistar prêmios em diversas áreas da arte - Oscar (cinema), Grammy (música), Tony (teatro) e Emmy (televisão). Ela foi também a primeira mulher a simultaneamente produzir, dirigir, escrever e atuar em um filme ("Yentl", de 1983). Além de tudo isso, Barbra é um dos ícones da cultura LGBTQI mundial. 

Programe-se, pois o fervo será mais que garantido!

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"Alias Grace" é a série que você precisa assistir já


Desde que a obra de Margaret Atwood veio à tona com a série "The Handmaid's Tale", produzida pelo canal de streaming Hulu, não se fala em outra coisa, a não ser a criatividade e talento da escritora para discutir contemporaneidade através de histórias adultas e conceituais. Eis que na Netflix, estreou a série "Alias Grace", baseada no romance homônimo de 1996 de Atwood e adaptado por Sarah Polley. 

Esta é a terceira adaptação de uma obra de Margaret Atwood, a primeira foi a animação "Wandering Wenda" baseada em "Wandering Wenda and Widow Wallop’s Wunderground Washery" produzida pela CBC no Canadá e exibida entre maio e agosto de 2017. A segunda obra a ser adaptada foi "The Handmaid's Tale", que conquistou oito Emmys em 2017, produzida pela MGM Television e exibida exclusivamente pelo serviço de streaming Hulu, como já citado acima. 

Baseada em fatos reais, "Alias Grace", a série, conta a história de Grace Marks, uma imigrante irlandesa no Canadá que, com 16 anos, em 1843, foi acusada de matar seu patrão e sua governanta e sentenciada à prisão perpétua. Depois de 15 anos, um médico vem ao seu encontro para entrevista-la e tentar provar sua inocência, mas ela afirma não ter nenhuma lembrança do ocorrido. Ao longo dos seis episódios de 45 minutos somos guiados pela dúvida: será que Grace Marks é culpada ou inocente?

Através do viés histórico de Margaret Atwood, o futuro distópico - e não tão distante - de "The Handmaid's Tale" encontra em "Alias Grace" um ambiente em que a violência doméstica existe e revela o forte machismo que afetava a vida das mulheres na metade do século XIX – e, em muitos casos, afeta até os dias de hoje. É um ataque velado e extremamente íntimo, que poderia ser entendido por muitos como um comportamento normal às pessoas que viveram aquele período. E é nisso que reside a força de “Alias Grace”.

O drama é uma produção original da Netflix e todos os episódios estão disponíveis desde 3 de novembro. O elenco conta com Sarah Gadon (Grace Marks), Edward Holcroft (Dr. Simon Jordan), Zachary Levi (Jeremiah the Peddler), Anna Paquin (Nancy Montgomery), Kerr Logan (James McDermott), Michael Therriault (Sr. McDonald), Paul Gross (Thomas Kinnear) e o diretor David Cronenberg, em uma incrível interpretação no papel do Reverendo Verringer, um dos que acreditam na inocência de Grace.  

A série já conquistou a crítica, que não tem economizado elogios ao elenco e ao roteiro. A comparação com a última adaptação de Margaret Atwood para a televisão foi inevitável e a maior parte dos críticos concorda que, apesar de abordar o mesmo tema de formas completamente diferentes, "Alias Grace" não fica atrás de "The Handmaid's Tale" em qualidade. E ainda que todo o elenco realize um ótimo trabalho, quem realmente brilha em seu papel é Sarah Gadon (que também produz a série), em uma interpretação sutil, envolvente e poderosa de Grace Marks. 

Se Grace Marks é uma assassina ou não, não contaremos aqui. A série conseguiu reproduzir muito bem os detalhes do Canadá da época, desde o figurino e o sotaque irlandês da protagonista até a prisão e a forma de trabalho das detentas. É uma bela forma de conferir como funcionava o patriarcado e como essa engrenagem respinga em nosso sistema nos dias de hoje. Vale a pena correr pra Netflix e conferir por si. Ainda vamos ouvir falar e muito sobre Margaret Atwood...

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Blog NLDJ assistiu "American Vandal", a melhor série da Netflix


Assistimos "American Vandal", série da Netflix lançada 15 de setembro passado. Com 8 episódios já consideramos o seguinte: trata-se de uma das melhores do canal de streaming até agora. 

Produzida por Tony Yacenda (“Pillow Talking”) e Dan Perrault (“Honest Trailers”), além do showrunner Dan Lagana (“Zach Stone Is Gonna Be Famous”), a série utiliza o formato de um documentário, daqueles que estamos acostumados em canais como National Geographic, Discovery e afins. É no quesito investigativo que "American Vandal" se sobressai, ainda mais por ser uma história fictícia. Sim, nada daquilo aconteceu, mas a maneira que a narrativa é construída, fica impossível em não acreditar na veracidade dos fatos. 

O crime que afetou 27 carros no estacionamento da escola...

A premissa é pra lá de inusitada e claro, engraçada: 27 pênis aparecem pichados nos carros dos professores de uma escola na Califórnia. A partir daí, uma dupla de alunos começa a investigar o ocorrido, já que o "culpado" é escrachado em praça pública, sem ao menos uma possibilidade de defesa justa. Mas aí, no decorrer da história, conferimos uma boa sátira no clima e estética de "Making a Muderer", onde "American Vandal" tenta desvendar o verdadeiro culpado do crime, atribuído a um  jovem aluno-problema, cheio de clichê a la valentão idiota.

Os atores, todos desconhecidos, dão um show de interpretação a parte. Tyler Alvarez e Griffin Gluck, que vivem respectivamente os alunos xeretas Peter Maldonado e Sam Ecklund, transformam suas atuações em verdadeira química, juntamente a Jimmy Tatro, que vive o ótimo Dylan Maxwell, o tal acusado do "crime". Calum Worthy, como o mentiroso e inseguro Alex Trimboli, fecha o elenco de atuações convincentes e empáticas - ou não. Personagens que você ama ou odeia...

Dylan Maxwell (Jimmy Tatro), o acusado de cometer o crime...

Peter Maldonado, o documentarista amador que acredita na inocência de Dylan Maxwell 

Na medida certa, os 8 episódios de "American Vandal" nos apresenta como é a vida de um aluno de ensino médio em uma escola norte-americana de subúrbio. Que poderia ser a mesma vida de um aluno aqui no Brasil. Ou ainda, a nossa vida escolar nos tempos de bullying e necessidade de aceitação. Tem muito clichê, sim, mas os personagens dão conta de uma história que de início parece absurda, mas que no fundo nos faz pensar e refletir sobre julgamentos, preconceitos e afins. 

A pergunta inicial que Peter Maldonado faz para Dylan Maxwell - "Diga seu nome e quem você é" - permeia a história do início ao fim, quando entendemos do que realmente se trata "American Vandal", que inclusive, se encontra super bem contata no Rotten Tomatoes.

Dica: assista a série dublada, tem um charme bem interessante, como os documentários dos canais citados acima. Fica ainda mais convincente do que assistí-la no original. 


Não tem Netflix? Não se preocupe, porque aqui no blog NLDJ é tudo mamão com açúcar. Clique aqui e assista a série completa! 
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"Five Foot Two", documentário sobre Lady Gaga, estreia 22 de setembro na Netflix


O Netflix anuncia para o dia 22 de setembro, o lançamento de  "Five Foot Two", documentário sobre Lady Gaga. A produção original da plataforma de streaming acompanha a jornada emocional da cantora, com altos e baixos, ao longo de um ano: problemas de saúde e relacionamento, crises de choro, processo criativo, culminando na sua apresentação no intervalo do Super Bowl, no início de 2017. 

A cantora americana mostrou várias prévias do documentário em sua página no Instagram como uma consulta médica e após, a preparação para uma operação. Também mostrou uma conversa telefônica com um de seus melhores amigos, o stylist Brandon Maxwell, em que ela fala, aos prantos, sobre a solidão da fama.

Uma publicação compartilhada por xoxo, Gaga (@ladygaga) em

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Os fãs poderão pelo jeito conferir mais um momento de intimidade da cantora, procedido pelo álbum "Joanne", um dos mais intimistas de sua carreira. Em seu perfil no Instagram, Gaga revelou que viu alguns trechos, mas decidiu não assistir ao filme todo porque não consegue ser objetiva com relação a ela própria. "Vocês verão antes de mim”, afirma a cantora. 

O filme é realizado por Chris Moukarbel, indicado ao Emmy pelo documentário Banksy Does New York” e a descrição da Netflix diz que “fora de palco, no estúdio, fora do estúdio, em casa, o público vai ver Gaga através de uma série de altos e baixos a nível pessoal e o culminar da jornada emocional de um ano inteiro”.

O lançamento mundial do doc acontece durante o Festival de Cinema de Toronto, em 22 de setembro. Logo em seguida, Gaga: Five Foot Two estará disponível para assinantes da Netflix.

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DICA NLDJ | "What Happened to Monday" é o sci-fi da vez

"What Happened to Monday" ou "Onde Está Segunda", estreou sexta passada (18/08) na Netflix e já pode ser considerada uma das melhores produções originais da plataforma de streaming. Ao estilo  "Orphan Black", o longa sci-fi traz a atriz Noomi Rapace interpretando sete personagens diferentes. 

Sendo a distopia um dos temas mais usados recentemente em produções de TV e cinema, "What Happened to Monday" inicia-se no ano de 2043, mostrando dados assustadores com relação ao crescimento mundial da população e a medida governamental da chamada “Lei da Alocação Infantil”, implementada pela ativista política e renomada bióloga conservacionista Dra. Nicolette Cayman (vivida por Glenn Close). Nesta sociedade, todos os cidadãos são identificados com pulseiras controladas pela agência de alocação, e aqueles que forem identificados como segundos filhos são encaminhados para a hibernação, já que cada família pode ter apenas um filho.

Noomi Rapace interpreta as sétuplas de "Onde Está Segunda" 

Dirigido por Tommy Wirkola, o longa começa com o nascimento de irmãs sétuplas e a morte de sua mãe. A partir daí, seu avô luta para mantê-las vivas e escondidas da polícia. Batizadas com os nomes de cada dia da semana (Domingo, Segunda, Terça, Quarta, Quinta, Sexta e Sábado), para não revelar a existência das sete irmãs, o avô, interpretado poWillem Dafoe, cria uma única identidade, a Karen Settman (Noomi Rapace), e cada irmã a encarna no dia de seu nome. Assim, dividem os dias da semana para poderem conviver no mundo, sendo que cada uma poderá sair somente no seu respectivo dia, de acordo com seu nome. Quando Segunda desaparece, as outras seis tem que se juntar para descobrir o paradeiro dela enquanto são caçadas pelas forças do governo.


Ficção ou distopia, o fato é que a superpopulação já é uma realidade da humanidade desde a década de 70, quando o governo da China (país com maior população mundial) deu início à política do filho único, justificada com a alegação de que, para se oferecer educação e saúde de qualidade, seria necessário diminuir a taxa de natalidade, permitindo-se somente um filho por família, o que resultou em 85 milhões de filhos únicos. A medida teve fim em outubro de 2015, por conta do alto crescimento no índice de idosos, que acarretou um grande pagamento de aposentadorias.

"What Happened to Monday" é dinâmico, apresenta tecnologias criadas como forma de proteção do caos futuro, cenas de ação e reviravoltas que nos prendem do início ao fim do longa. O elenbco conta com Glenn Close, Noomi Rapace e Willem Dafoe. Vale muito a penas assistir!
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