31.3.17

“Chokkie”, o Ovo de Páscoa exclusivo do Outback


O Outback Steakhouse incluiu de vez a Páscoa em seu calendário. Depois do sucesso da promoção do ano passado, que premiava clientes com um ovo de Páscoa Outback, esse ano, e pela primeira vez na história da marca, os restaurantes irão vender o famoso ovo de chocolate exclusivo dando a oportunidade de todos os clientes aproveitarem a novidade.

De 2 a 16 de abril, os restaurantes oferecerão o delicioso “Chokkie” - gíria australiana para chocolate: um ovo de Páscoa único, de criação própria, que trará uma combinação de chocolate meio amargo, recheado com ganache de chocolate branco, ganache de chocolate ao leite e um delicioso bolo. Vendida por R$ 49,00 (280g), a novidade poderá ser encontrada em todas as unidades do Outback dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, enquanto durarem os estoques. Em Campinas, o Outback está localizado nos shoppings Iguatemi, Parque D. Pedro e Galleria.

“No ano passado fizemos uma promoção que premiou alguns clientes com o ovo e foi um grande sucesso. Dessa vez queremos que todos possam ter acesso a essa delícia”, afirma Renata Lamarco, gerente de marketing do Outback Brasil. “Agora, todos podem experimentar essa receita de dar água na boca. Estamos sempre inovando e não podia ser diferente nesse período. O Chokkie poderá ser comprado e acreditamos que essa é mais uma oportunidade de levar um pedacinho do Outback para casa”, completa.

Serviço:

Outback Steakhouse Galleria Shopping
Rodovia D. Pedro I, km 131,5 - Estacionamento do segundo piso - Campinas – SP
Telefone: (19) 3207-1509

Outback Steakhouse Shopping Iguatemi Campinas
Avenida Iguatemi, 777 - Estacionamento do primeiro piso - Campinas – SP
Telefone: (19) 3251-8350

Outback Steakhouse Parque D. Pedro Shopping
Entrada da Ala das Flores - Rod. Dom Pedro, km 137 - Campinas – SP
Telefones: (19) 3756-9877
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CZO e Rider se unem em colaboração inédita


A CZO (a private label que sintetiza o estilo e estética do grupo Cartel 011) e Rider (icônica marca brasileira), apostam na tendência global pela busca de conforto e tecnologia em parceria inédita.

A grande novidade é o relançamento da tradicional Papete, um clássico dos anos 90 que tornou-se peça chave em todos os guarda roupas. Com tecnologia inédita desenvolvida pela Grendene, a palmilha em EVA Gel e o solado em PVC expandido proporciona conforto absoluto e pegada esportiva.

Presença constante nos looks de streetstyle, as papetes e chinelos shape slide, surgem revisitados nos modelos desenvolvidos por Rider + Cartel 011. Perfeitos para o contexto urbano, os modelos seguem cartela de cores all black e também a combinação de branco e caramelo. Os gáspeas trazem em sua tira única a frase em latim "NON DVCOR DVCO” que significa “Não sou conduzido, conduzo" e que também está impressa no brasão da cidade de São Paulo.


A campanha clicada no Orquidário Professora Ruth Cardoso no Parque Villa Lobos, pelo fotógrafo Tavinho Costa, direção criativa de Cristian Resende e André Frenesi (CZO Studio) e beleza de Lau Neves, representa o futuro através de sua arquitetura e reverencia a botânica brasileira, unindo a natureza ao urbano.


CZO X RIDER R86 BRANCO/CARAMELO

CZO X RIDER PAPETE PRETO

CZO X RIDER R86 PRETO

CZO X RIDER PAPETE BRANCO/CARAMELO

Os modelos podem ser adquiridos no site da Cartel 011. Clique aqui. Preço sugerido: Slide R$ 129,00. Papete: R$ 169,90.
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30.3.17

Sexo explícito na campanha da Eckhaus Latta


A vanguardista marca novaiorquina Eckhaus Latta acaba de lançar uma campanha de primavera-verão 2017 bem inusitada: vários casais foram fotografados fazendo sexo real e vestindo as últimas criações da marca. A Eckhaus Latta é conhecida por ser totalmente agênero bem antes deste conceito estar tão em evidência na moda. As fotos ficaram a cargo de Heji Shin.

Em tempos de caretice, nós amamos a campanha, que traz uma estética bem realness entre os casais. Ainda que apareçam tarjas em pixels para esconder a melhor parte...Ah, e as roupas podem ser conferidas no site da marca. São bem lindas!

eckhauslatta.com/

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29.3.17

Primeira edição de 2017 da Garden Pool Party acontece no dia 9 de abril


A Garden Pool Party, uma das maiores "day party" do interior paulista, apresentará sua primeira edição de 2017 no dia 9 de abril, a partir das 15 horas, no já tradicional Hotel Fazendo Solar das Andorinhas. Paulo Lochi e Carlos Souza, produtores e realizadores da festa, trazem para o evento o tema "Mundo Mágico" que a cada edição consegue imprimir um número cada vez maior de público. O line-up contará com os DJ´s Deniz Ruiz, Jhonny Bass B2B Mauro Dufort, Laurize, Lukas Andrade, Mari Casagrande, Paulo Pringles e Rafael Pigatto

Com grande sucesso entre o público LGBT, a festa é reconhecida como a melhor e mais surpreendente day & pool party, pois consegue unir um público elitizado e exigente, celebrando a vida de maneira única.

Informações sobre ingressos, assim como pontos de vendas, podem ser adquiridos no site da festa, assim como na página oficial do evento do Facebook.

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Cia. Navega Jangada de Teatro homenageia o circo em espetáculo gratuito


A Cia. Navega Jangada de Teatro revisita números clássicos do circo no espetáculo "Temos Vagas", na Concha Acústica do Taquaral, no dia 1º de abril, sábado, em dois horários, às 14h30 e 17h. Além da peça, no mesmo dia e local, o público poderá, ainda, participar de uma oficina chamada "Palhaçaria com Narrativa Musical", que será oferecida das 9h às 12h. A entrada é gratuita para as duas atividades.

Com direção de Talita Cabral, a montagem conta a história de dois palhaços que disputam uma vaga para trabalhar em um grande circo que acaba de chegar à cidade. O dono do picadeiro resolve aplicar alguns testes para ver suas habilidades. Como não poderia ser diferente, os candidatos realizam diversas trapalhadas na tentativa de agradar o gosto do futuro patrão.

As músicas do espetáculo foram inteiramente compostas para a encenação, trazendo referências de antigos temas musicais circenses e ritmos variados.

Oficina

Para compor e mostrar ainda mais do mundo do circo para o público, na Oficina "Palhaçaria com Narrativa Musical" serão apresentados os conceitos e técnicas básicas de improvisação de "clown", com o objetivo de despertar novas possibilidades de comunicação corporal usando a narrativa musical como indutor desse processo.

O intuito da oficina é exercitar a coletividade e a atenção, descobrir novas possibilidades corporais, investigando e relacionando os sons aos seus movimentos e ações, além da construção de esquetes cômicas.

As inscrições devem ser feitas até o dia 29 de março pelo portalcultura.campinas.sp.gov.br/editais.

Cia. Navega Jangada de Teatro

Fundada em meados de 2008, o grupo já desenvolvia, desde 2006, um trabalho de pesquisa com referências do teatro popular, a corporalidade do ator, o teatro de animação, a linguagem não verbal, o circo e a música ao vivo como forma de narrativa.

Em 2008, estreou o espetáculo ‘Nas terras de Kublai Khan’ no Sesc Santos e, desde então, possui um vasto repertório de espetáculos, contações e intervenções, circulando por diversas unidades do Sesc, SESI, ONGs e Casas de Cultura, atuando também na área da arte-educação, ministrando oficinas e vivências.

Serviço:

Espetáculo "Temos Vagas"
Quando: 1º de abril, sábado, às 14h30 e às 17h
Onde: Concha Acústica ​do Taquaral (Av. Dr. Heitor Penteado, s/n,Taquaral. Campinas)
Classificação: Livre
Entrada gratuita

Oficina "Palhaçaria com Narrativa Musical"

Quando: 1º de abril, sábado, das 9h às 12h
Onde: sala de apoio da Concha Acústica
Público alvo: estudantes de artes cênicas, atores e interessados no tema.
Inscrições: www.portalcultura.campinas.sp.gov.br/editais. Até 29 de março.
Critério de seleção: carta de interesse
Faixa etária: acima de 14 anos
Número de vagas: máximo de 30 participantes
Ofinina gratuita
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Em exposição no MACC, Marcelo Moscheta cria obra na presença do público


O artista Marcelo Moscheta, radicado em Campinas, considerado um dos mais importantes da sua geração, foi contemplado pelo edital do Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo/2016, na categoria Artes Visuais, e agora traz o seu conjunto de obras para o Museu de Arte Contemporânea de Campinas (Macc), a partir da próxima terça-feira, 28 de março.

A exposição, com o sugestivo título "Erosão Diferencial", reúne oito instalações de grande formato, produzidas ao longo dos últimos anos e que nunca foram expostas na cidade.

A mostra também vai oferecer ao público a oportunidade de ver o processo de criação de uma nova série de trabalhos do artista. "Erosão Diferencial", obra inédita que dá nome à exposição, vai ser criada dentro do museu, durante o período em que a exposição estiver em cartaz, em uma sala expositiva transformada em ateliê. Moscheta vai trabalhar no local, às vistas do público, ao lado de alunos e artistas locais pré-selecionados como assistentes.


O artista

Marcelo Moscheta, nascido em São José do Rio Preto (SP), cursou Artes Plásticas na Unicamp. Desde então estabeleceu Campinas como sua residência fixa. Apesar de viver e trabalhar na cidade, já participou de residências artísticas em diversos lugares do mundo, como França, Canadá, China, Colômbia, Polo Norte, Deserto do Atacama, entre outros.

Seu trabalho, que versa sobre o tema da intersecção entre o homem e a paisagem, tem como principal matéria-prima essas experiências.

Moscheta é um dos artistas de maior destaque da sua geração, tendo recebido prêmios importantes do setor (Prêmio PIPA - categoria júri popular em 2010) e com trabalhos em coleções importantes no Brasil, (Pinacoteca do Estado de SP, MAM -SP, MAC- USP, MAM -RJ) e no exterior (Deutsch Bank - NY, Lhoist Collection, RNA Foundation Moscou).

Serviço:

"Erosão Diferencial" - Marcelo Moscheta
Curadoria: Daniela Name.
Quando: Visitação de 29 de março a 1 de maio.
Horários: terça a sábado, das 10h às 18h; quintas,10h às 22h; domingos e feriados, 9h às 12h.
Onde: Museu de Arte Contemporânea de Campinas José Pancetti (Rua Benjamin Constant, 1633. Centro . Campinas). Telefones: (19) 2116-0346 e 3236-4716.
Entrada gratuita.
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Centro de Cultura Caipira recebe a exposição Porta, Porteira e Portão


O Centro de Cultura Caipira e Arte Popular, no distrito de Joaquim Egídio, recebe a exposição itinerante Porta, Porteira e Portão – Modos de 'Falarrr' e Costumes do 'Interiorrr', a partir desta quinta-feira, 30 de março. A mostra conta com recursos do Programa de Ação Cultural (ProAC), do Governo do Estado de São Paulo, e tem o apoio do Sistema Estadual de Museus (Sisem-SP) e do Museu da Cidade. As visitas podem ser feitas até 7 de maio, aos sábados e domingos. A entrada é gratuita.

O elemento principal da exposição é o “R” retroflexo e suas variações, que evidenciam as características peculiares da identidade caipira, a partir de eixos temáticos. Objetos e painéis abordam as artes, a culinária, a religiosidade, a música, o folclore e as festas. A curadoria é do museólogo Rodrigo Santos, de São Pedro, e da historiadora Renata Gava, de Piracicaba, responsáveis pela Engenho Cultural Assessoria e Consultoria, que atua nas áreas de cultura, museu e patrimônio.

“Campinas é metrópole, mas não é capital. Mesmo com todos os problemas de uma cidade grande, preserva o acolhimento característico de um município do interior. A mostra busca despertar na população da cidade o sentimento nostálgico do estilo de vida caipira”, define Renata Gava, ao reforçar a máxima de que o caipirês está em todas as regiões brasileiras.

Uma instalação interativa reúne monóculos pendurados em fitas coloridas, em que as pessoas podem relembrar como era a relação como o registro fotográfico. Ainda para incentivar a interatividade, uma tela em branco traz o questionamento: “quais expressões, simpatias e ditos populares você conhece?”. O visitante é convidado a deixar a sua colaboração, escrevendo o que vem à mente. Também é possível produzir fotografias e selfies na mostra, utilizando a hashtag #SouCaipira.

Potes de vidro reúnem iguarias da culinária. Há, ainda, uma coleção de versos musicais, simpatias, superstições, contos e causos, incluindo curiosidades sobre remédios e benzedeiras. “Trabalhamos com a simbologia a todo instante, numa leitura contemporânea de objetos que ainda permanecem fortemente na memória, mas que já não fazem mais parte de nossas rotinas. É algo automático: a pessoa vê e relembra seus pais, avós e tios, como também a própria infância”, diz Rodrigo Santos.

Ao conceberem a itinerância da mostra, Renata e Rodrigo pensaram no fortalecimento dos espaços que recebem o material. Nesse sentido, a equipe do Museu da Cidade localizou itens do próprio acervo para incluí-los na exposição, já que uma das propostas dos curadores é a de ampliar o diálogo com as instituições.

Tão logo soube do caráter itinerante da exposição, que esteve entre fevereiro e março em Santa Bárbara d’Oeste, Adriana Barão, do Museu da Cidade, entrou em contato com o Sisem-SP para que Campinas fosse contemplada. “Desde agosto de 2015, o Museu da Cidade tem gerenciado o Centro de Cultura Caipira e Arte Popular, como uma extensão do próprio museu, mas respeitando as particularidades das ações temáticas sobre cultura caipira”, explica.

Segundo Adriana, a difusão da cultura caipira reforça a identidade local, em especial no distrito de Joaquim Egídio, em que a população preserva hábitos no falar, no ser e no manifestar. “Um jeito denominado ‘caipira de ser’ e que abrange uma percepção de compreensão das relações sociais, com a arte (seja a musicalidade das violas caipiras, artesanato, culinária) e com o meio ambiente, de forma diferenciada da vida pautada na cultura urbana."

Muitos dos objetos rústicos selecionados pela equipe do Museu da Cidade eram utilizados na cozinha, entre eles pilão, panela de metal, chaleira de ferro, porta-ovos de arrame em forma de galinha e ralador de mandioca. Ainda como parte do acervo do Museu da Cidade, a mostra traz uma semeadeira agrícola em madeira e ferro, um ferro de passar a carvão e uma sanfona de oito baixos da marca Hering, datada de 1910.

Serviço:

Exposição "Porta, Porteira e Portão: Modos de 'Falarrr' e Costumes do 'Interiorrr'"
Onde: Centro de Cultura Caipira e Arte Popular (rua José Ignácio, 14, Distrito de Joaquim Egídio, no Casarão da Subprefeitura).
Visitação: 30 de março a 7 de maio, aos sábados e domingos, das 10h às 17h. De terça a sexta-feira é possível o agendamento de grupos com monitoria, por meio do e-mail museudacidade@campinas.sp.gov.br.
Entrada gratuita.
Informações: (19) 3705-8172.
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Campinas recebe exposição sobre os 95 Anos do Partido Comunista no Brasil

Foto: Audiência do comício de Prestes, no Teatro Municipal, em 1946 | Crédito: Divulgação 

O Museu da Imagem e do Som (MIS) de Campinas recebe a partir do desta terça-feira, 28 de março, a exposição “95 anos do Comunismo no Brasil”, idealizada pela Fundação Maurício Grabois. A mostra traz 36 banners contendo textos e fotos que narram a história desta organização política prestes a completar 100 anos de atuação ininterrupta em nosso país.

A primeira versão desta exposição, tratando exclusivamente da história nacional do PC do Brasil, ocorreu no Congresso Nacional em março de 2012. Entre os seus elaboradores esteve Wladimir Sachetta – um dos principais pesquisadores de imagens do país, chefe de pesquisa da coleção Nosso Século da editora Abril Cultural.

A nova edição traz duas novidades. A primeira delas é que foi atualizada até 2017, perfazendo os 95 anos da história do PCdoB. A segunda é que foram acrescentados oito banners tratando especificamente da trajetória dos comunistas em Campinas entre 1945 e 2002. Esta última parte, elaborada por um grupo de pesquisadores de cidade, traz imagens pouco conhecidas, como os comícios de Prestes no Largo do Rosário e no antigo Teatro Municipal em 1945.

A mostra apresenta outros fatos históricos locais muitos desconhecidos da maioria das pessoas como a primeira mulher eleita como vereadora, em Campinas, Vera Pinto Teles, comunista. No final de 1947, mesmo na ilegalidade, o Partido Comunista elegeu quatro vereadores. Três deles eram líderes operários. O ferroviário Américo Brancaglion foi o mais votado naquele pleito e o médico Djalma Moscoso se tornou primeiro secretário da mesa da Câmara Municipal.

O conjunto dos banners apresenta personagens e episódios que atestam a presença dos comunistas na história brasileira. Mesmo sob a mais férrea perseguição, eles continuaram atuando e defendendo suas bandeiras. O PC do Brasil esteve à frente da luta contra o fascismo nas décadas de 1930 e 1940. Fato que lhe deu um grande prestígio social e político. Ele se envolveu em campanhas nacionalistas: “Em defesa da siderurgia nacional” e “O petróleo é nosso!”. O resultado desta luta foi a criação da Petrobrás e a CSN.

A cultura brasileira também muito deve aos comunistas. Pelas suas fileiras passaram nomes como Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Portinari, Graciliano Ramos, Jorge Amado, Gianfrancesco Guarnieri, Oduvaldo Vianna Filho, entre outros.

Os comunistas dirigiram as principais greves até 1964. Muitas conquistas sociais e trabalhistas, como o 13º salário, estão ligadas a esses movimentos contestatórios. Combateram a ditadura militar, advogando a anistia ampla, eleições diretas e a Assembleia Nacional Constituinte. Nos anos de arbítrio, o PCdoB viu morrerem assassinadas dezenas de dirigentes e militantes. Mais de 60 deles continuam desaparecidos.

Nos seus primeiros 63 anos de vida (1922 e 1985), o Partido Comunista conheceu apenas quatro anos de legalidade. A maior parte do tempo foi obrigado a atuar na clandestinidade. Desde 1985, com a redemocratização do país, a legenda vive seu período mais longo de legalidade. Voltou a assumir posições no poder legislativo, elegendo deputados e senadores, e no poder executivo.

Serviço:

Exposição:“95 anos do Partido Comunista no Brasil e em Campinas”
Período: 28 de março a 6 de abril, terça a sexta-feira, das 10h às 18h e sábados, das 10h às 16h.
Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas – Rua Regente Feijó, 859. Centro. Campinas.
Realização: Fundação Maurício Grabois e Comitê Municipal do PCdoB de Campinas
Apoio: Museu da Imagem e do Som e Museu da Cidade.
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Estação Cultura expõe cenas do cotidiano captadas pelo fotógrafo Kdu


A Estação Cultura recebe a exposição “Eu Existo” do fotógrafo Kdu, a partir desta quarta-feira, 29 de março, dentro da programação da Estação das Artes Visuais, uma iniciativa da Coordenadoria da Estação Cultura em parceria com a Usina Geradora, Ateliê da Estação Cultura e Ateliê Aquastre, do artista João Bosco.

A mostra fotográfica reúne 36 trabalhos, um painel de 2 metros por 90 centímetros no formato lambe-lambe e mais 35 fotos em papel fotográfico na dimensão 29 centímetros por 21 centímetros. A exposição traz um dos gêneros mais conhecidos e admirados dentro do universo fotográfico, a fotografia de rua, com cenas cotidianas do centro de Campinas.

A fotografia de rua é uma linguagem fotográfica que consiste principalmente no registro do cotidiano e de seus eventos corriqueiros e se desenvolve continuamente desde o século 19, quando as câmeras portáteis começaram a se popularizar, principalmente a partir do trabalho de Eugène Atget, em Paris. Desde então, nomes como Robert Doisneau, Vivian Maier, Brassaï, Cartier-Bresson, Evandro Teixeira, Walter Firmo, entre outros, têm mostrado que as cidades são territórios construídos por fragmentos da narrativa.

Mostra prorrogada

No saguão principal da Estação Cultura, o público também pode conferir a exposição NEW, do artista New, prorrogada até 14 de abril. A mostra traz nove objetos em metal, nas dimensões que variam entre 70 centímetros a dois metros e meio. De forma minuciosa, o artista esculpe animais míticos, peixes e aves a partir de materiais coletados no ferro velho. Nas suas mãos, viram artigos de arte.

Serviço

Exposição “EU EXISTO”, do fotógrafo Kdu
Abertura: 29 de março (quarta-feira), às 15h. Visitação de segunda a sábado das 8h às 22h; domingo das 9h às 20h.
Local: Estação Cultura 
Endereço: Praça Marechal Floriano Peixoto, s/n° - Campinas/SP
Estacionamento gratuito com entrada pela Rua Francisco Teodoro, 1050 - Vila Industrial. Campinas.
Entrada gratuita.
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Boutique Montblanc promove noite de autógrafos com Alexandre Taleb


A Boutique Montblanc do Iguatemi Campinas promove nesta quarta-feira, 29 de março, uma noite de autógrafos com o consultor de imagem Alexandre Taleb para o lançamento do livro “Imagem masculina - Guia prático para o homem contemporâneo”. O evento acontecerá das 19h às 22h na loja localizada no segundo piso do shopping.


Guia indispensável para homens de todas as idades que querem entender mais sobre a própria imagem, elegância, etiqueta e estilo, o livro reúne dicas para todos os tipos de homem, identificando cada estilo, seus traços físicos e sugerindo as melhores peças para valorizar e transmitir a mensagem correta, sem perder o conforto.

Alexandre Taleb utiliza sua experiência de trabalho como consultor de imagem e sua formação na área para apresentar informações a partir das quais qualquer homem possa identificar o seu perfil e criar um estilo próprio. São detalhadas roupas e acessórios, suas características e usos, e itens essenciais que um homem deve ter em seu guarda-roupa para estar bem-vestido nas mais diversas ocasiões. Também são abordados aspectos relacionados a estilo e etiqueta no mundo corporativo.

Shopping Iguatemi Campinas
Endereço: Av. Iguatemi, 777 - Vila Brandina, Campinas - SP
Telefone: (19) 3255-8922
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27.3.17

Boomer Banks na Paper Magazine


Boomer Banks, ator pornô gay e estilista da marca BCalla, mostra um pouco de sua coleção (e seu belíssimo dote) nas página da revista Paper Magazine em fotos de Matthias Vriens-McGrath.

Site: http://bcalla.bigcartel.com/

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21.3.17

Centro de Referência no Combate ao Racismo comemora um ano


O Centro de Referência em Direitos Humanos na Prevenção e Combate ao Racismo e à Discriminação Religiosa celebra nesta terça-feira, 21 de março, um ano. Neste período, o Centro registrou 18 casos de racismo - entre processos concluídos e em andamento. A data coincide com o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial criado pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Segundo a secretária municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência e Cidadania, Eliane Jocelaine Pereira, o Centro ratifica a importância da luta mundial contra o racismo e o desenvolvimento de corretas políticas públicas para a causa. “O serviço de referência recebe, acompanha e encaminha todo e qualquer relato de racismo ou discriminação religiosa, realizando também ações voltadas para a promoção da igualdade racial e combate ao preconceito racial e religioso, junto às escolas, universidades, empresas e demais órgãos”, conta. Apenas para o setor acadêmico foram promovidas 10 palestras desde 2016, e entre as ações elencadas também estão eventos e visitas a comunidades de matriz africana – com foco no combate à intolerância religiosa.

A coordenação do espaço está a cargo de Jacqueline Damazio que, com uma equipe de profissionais, oferece serviços como orientações para realização de boletim de ocorrência e sobre os trâmites de processo judicial. Além disso, o serviço pode atuar como intermediário na resolução amigável de conflitos. Os serviços do Centro estão disponíveis para pessoas que tenham sido vítimas de preconceito racial ou discriminação religiosa, que queiram relatar práticas contra alguém ou estejam interessadas em ações de promoção da igualdade racial e tolerância religiosa.

As ações da Secretaria em prol do combate à Discriminação Racial também envolvem a participação dos cidadãos campineiros. Estão sendo finalizados, por exemplo, os procedimentos para a convocação da sociedade civil, sob coordenação do Poder Público, para o processo de elaboração do Plano Municipal de Promoção da Igualdade Racial. “Esse plano garantirá o recorte étnico-racial no conjunto das políticas executadas pelo governo municipal, seguindo princípio da transversalidade, descentralização e gestão democrática”, diz Eliane.

Histórico mundial

O “Dia de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial” foi instituído pela ONU em 1966 e tem sido lembrado anualmente, em todo 21 de março, como um chamamento às nações e povos a se congregarem numa luta que é de todos, independente de sua etnia. A data faz referência aos ideais de homens, mulheres e crianças que morreram no “Massacre de Sharpeville” em Joanesburgo, na África do Sul, em 1960. O massacre ocorreu quando a polícia do Apartheid abriu fogo contra a multidão de mais de 20 mil pessoas – que se manifestavam pacificamente por uma sociedade igualitária e sem discriminação racial – matando 69 e ferindo outras 186.

Serviço:

Centro de Referência em Direitos Humanos na Prevenção e Combate ao Racismo e Discriminação Religiosa
Horário de atendimento: segunda a sexta-feira, das 9h às 17h
Telefones: 0800 771 7767 ou (19) 32326431
E-mail: crcombateaoracismo@campinas.sp.gov.br
Endereço: Avenida Francisco Glicério, nº 1.269, 4º andar, Centro Campinas (SP)
Disque 100: Direitos Humanos
Conheça o funcionamento do centro no informativo disponível neste link:
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18.3.17

O Amor nos Tempos dos Apps


É gay, tem um smartphone, está solteiro e à procura? Com certeza deve ter algum aplicativo de relacionamento instalado por aí, não é verdade? Se negativo, pode parar sua leitura por aqui, porque este post não é pra você.

Sensação dos relacionamentos atuais, os aplicativos (ou apps) estão aí para aproximar pessoas, dar aquela forcinha no encontro da sua alma gêmea, colocar você na pista pra negócio, arranjar um cobertor de orelha pra uma noite de solidão, uma pulada de cerca, um papo e uma cerveja, uma suruba ou seja lá o que você procura. Tudo apenas um clique no seu Android, iPhone, iPod touch, iPad ou Blackberry OS. Instalá-los através da App Store ou Android Market/Play Store é a coisa mais prática que existe. O que as vezes não é tão prático é saber realmente o que os milhares de usuários que os habitam realmente procuram... 

Uma das características desses apps é colocar em evidência pessoas que estão próximas a você. Outra é que os perfis se repetem, até com as mesmas fotos e descrições. Falta criatividade quando a questão é seduzir alguém por imagem ou por texto já que todos são extremamente saudáveis (ainda que exigindo sexo bareback), lindos, discretos e sigilosos. E casados. E comprometidos. Mas uma coisa em comum é o que procuram: sexo. Apenas. 

Há exatamente um ano me viciei nessa porra, coisa de a cada cinco minutos dar uma olhada e ver quem estava por perto. Em casa, na rua, no shopping, no bar, na balada. No inicio a intenção era até encontrar um "namorado". Por que não? Ainda mais que estivesse próximo de casa. Afinal o app é uma rede geossocial e funciona pra isso, pra te mostrar quem está próximo e afim. Encontros foram muitos e as transas também. Tipo da situação de que se você não se controlar acaba por encontrar sexo todos os dias, todas as horas, todos os minutos. Mas um tipo de sexo fisiológico, que no fim te deixa pior do que estava quando se deitou em uma cama desconhecida pra transar. O vicio foi tanto que já cheguei a marcar quatro encontros em um único dia. E sei que tem gente por aí que marca muito mais e o que era pra ser algo agradável e prazeroso, se tornou pura compulsão. Carência? Sei lá...

Diante de tantas possibilidades, como sobreviver e encarar os tempos em que os aplicativos se tornaram um dos meios (senão o principal) de se encontrar caras interessantes pra um possível relacionamento?

Uma coisa você aprende e bem rápido: apps de relacionamentos foram feitos pra pegação. Pelo menos a intenção da maioria é essa. Até hoje foram poucos os casos que ouvi onde relacionamentos duradouros começaram numa pequena tela touch. A exceção maior é de um amigo muito querido e que está feliz da vida com seu namoro, iniciado em um desses aplicativos. Tipo de coisa chamada destino, aquelas histórias que fazem com que você acredite que existe a possibilidade de que também aconteça com você. Mas isso leva tempo e de repente seu destino nem está traçado através destas redes, mas firmes e fortes a gente tenta. As vezes acertamos e as vezes quebramos a cara mesmo.


Como se trata de pegação, as preferências sexuais são sempre as mesmas. Se você é ativo, suas chances de um encontro crescem 100%. Se você é versátil, cai pra metade. Digo versátil considerando a possibilidade de não se satisfazer por completo, pois a maioria procura um cara ativo para suas transas. E o engraçado é que mentem quanto a isso. Talvez pelo fato de que assumirem sua preferencia como passivos, o machismo interno de cada um acaba por ferir seus instintos e necessidades reais. E a verdade é que todo mundo procura uma boa rola pra sua satisfação, mas a vergonha ou medo de afastar seu possível pretendente fala mais alto. Aí entram as enganações e omissões. Em tempos de práticas sexuais egoístas, se você não estiver adaptado às variações que essas práticas exigem, pode ficar eternamente sozinho. Ou acompanhado com seu belo e eficiente dildo. As vezes vale até mais a pena. Portanto, na hora da tal pergunta infame "O que você curte?", seja sincero e peça sinceridade.

O anonimato permite a presença de muitos homens casados e enrustidos. Ambos encontraram nos apps uma forma de colocarem seus desejos sexuais em prática e se é essa a sua predileção, pode se dar muito bem nessa categoria, já que um cara comprometido ou enrustido nunca irá te assumir perante qualquer situação. Mas ao menos as transas estarão sempre garantidas e isso é o que importa, não é verdade? Opções é que não faltam mas nunca sugira algo além de uma transa casual, senão eles vão cair fora rapidinho.

Um fato peculiar acompanhado nesse 1 ano de apps é observar as exigências: não fumante, não drogado, não afeminado, não chato, não feio, não gordo, não magro, não preto, não peludo, não velho, não-não-não e NÃO! Geralmente partem dos usuários que se classificam os mais sarados, os mais limpos, os mais discretos e os mais belos. Mas como se explica o número de sujeitos tão perfeitos e ainda assim disponíveis nesse mundão? É claro que cada um tem sua preferência ou exigência, assim como o que nos atrai, o que nos satisfaz e por aí vai. Mas quanto ao funcionamento de um aplicativo, alguns discursos soam como puro preconceito. O que procuram no final vai de acordo com a contra-proposta oferecida e um ponto é fato: tudo gira em torno de uma rola. Lembre-se disso. E muitos desses usuários "perfeitos" acabam por ter atitude no celular, mas na balada, no bar, no shopping ou na rua, passam por você e não dão sequer um "oi". Mas aí te encontram no aplicativo e começam um flerte chinfrim, com aquela história de que te viu sei lá onde mas não teve coragem de chegar junto. Sei...Uma boa rola passa sempre por cima de todas as exigências e perfeições. E acredite: um cara assim nunca irá te assumir e além de tudo deve ter defeitos homéricos...


Uma coisa que você também aprende é a urgência que certos usuários apresentam para partir logo rumo a um encontro imediato. Quanto mais rápido, melhor. Assim, papos com introduções como "O que você faz da vida" ou "Que tipo de música você gosta" nem cabem nessa situação. Pelo contrário. Vão entediar seu pretendente que na verdade está afim de uma coisa apenas: transar e nada mais. Portanto, fique atento a determinadas perguntas como: "Tem local?". Já é uma grande deixa e também uma conclusão de que esse encontro não irá durar mais do que algumas horas. E torça pra que o cara tenha pelo menos uma boa pegada porque além de tudo, essa urgência geralmente é o prenúncio de uma transa bem ruim.

Se de um lado existem os apressados, do outro existem os enrolados, aqueles que no inconsciente pensam que desejam algo além de um sexo casual. Aí batem altos papos, trocam altas intimidades, mas na hora do encontro te levam diretamente pra cama e aquele papo gostoso, iniciado no app e transposto pro Whatsapp, não passa de um breve sonho, uma breve historinha pra gay dormir. No começo até caía nessa e achava que havia encontrado um cara diferente, mas no final a gente aprende que é mais um tipo de perfil. Já cheguei a perder um mês inteiro conversando com um cara até que a transa rolasse e depois que rolou, nem um "Oi" no dia seguinte. Pensei que havia sido ruim pra ele, mas não, o que ele realmente queria era uma transa casual, mas tinha problema em aceitar seu perfil de putão. Nesses casos, aceite que dói menos e aproveite a situação gozando bem gostoso. Esse tipo de cara não vai mais te procurar. Ou até vai, mas somente naquele momento em que pintar o tesão. 


Em tempos de aplicativos, o mais importante é ter a autoestima em dia. No jogo que se torna a busca por um par podemos estar tão carentes e fragilizados que tomamos certas atitudes nem sempre assertivas. Como sair de madrugada, por exemplo,  ao encontro de uma pessoa que você nem sabe se existe, ou ainda correr sérios riscos diante de uma inconsequência. Sexo é bom e todo mundo gosta. As vezes na vida é interessante ter um pouco de aventura. Mas saiba os seus limites e até que ponto vale a pena se arriscar. Cuidado também com as fotos que você compartilha. Afinal, encontramos todo tipo de perfil e não sabemos de fato o destino dessas fotos. Existem muitos fakers cujo interesse é apenas o fetiche de ver quem está do outro lado. Já passei por uma situação em que o match compartilhou fotos minhas com amigos em uma mesa de bar. Foi uma situação constrangedora. Curiosidade existe e é saudável, afinal uma das intenções é esta, conhecer previamente quem está do outro lado. Mas evite troca de fotos inúteis, fotos intimas que mostram seu rosto e principalmente: se não estiver afim de trocar nudes, simplesmente não troque. Como diz um amigo, nas abordagens em que o usuário pede para ver nudes sem ao menos dar um "oi", ele nem dá uma resposta e bloqueia de imediato o infeliz.  

Com o tempo você acaba perdendo certas inocências perante à engrenagem desses aplicativos. Vai aos poucos entendendo a característica de cada um, o discurso dos caras e o que eles procuram. Uma evolução da paquera, já que ninguém precisa sair aleatoriamente na rua e exercer a antiga "caça". Aquelas das boas, que a gente olhava no olho, sentia cara a cara o tesão do outro e partia pra sedução ou pro sexo. Sim, era assim  antes, quando o amor não tinha um aplicativo pra fazer toda a mediação. Se era mais simples? Talvez. Se era mais fácil? Não sei, mas que temos um mundo de possibilidades nas mãos, isso é inegável. E muito boa sorte nessa sua busca, seja por amor, seja por sexo, seja por fetiche, seja por aventura ou seja lá pelo que for. Ainda que em tempos de apps, nunca se esqueça de que relacionamentos não chegam prontos e não possuem fórmula. Relacionamentos são construídos pela convivência, pelas afinidades e diferenças.

P.S. Ainda continuo a minha busca. Afinal não sou bobo, nem nada. Estou lá no Grindr, Growl, Hornet e Scruff, aprendendo a cada dia como lidar com o amor nesses tempos de apps...

1. As imagens que ilustram essa postagem são da campanha de verão 2015 da Diesel e sua Hero Fit Underwea, onde a aposta do conceito foi de encontro às selfies de aplicativos de pegação como Grindr e BoyAhoy.

2. O título dessa postagem é uma referência à obra "Amor nos Tempos do Cólera", de Gabriel García Márquez,  publicado em 1985. 
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