28.11.12

Estilista Jefferson Kulig lança linha exclusiva de camisetas premium masculinas

Depois da linha feminina, agora os homens ganham versões das camisetas da linha premium do estilista paranaense Jefferson Kulig em parceria com a construtora Rossi de Curitiba. Os 16 modelos com maxiestampas inspiradas em animais, esportes e hobbies masculinos variam entre R$88,60 a R$95,90 e poderão ser adquiridos no e-commerce da marca. A questão premium fica por conta da tendência mundial next nature, em que a natureza, humanidade, tecnologia e design caminham juntos para a criação de novos produtos. Já na vida real as camisetas são confeccionadas em malha algodão-poliéster,  meia malha que garante um ótimo caimento, e durabilidade e textura leve com micro furos que permitem uma melhor respiração da pele. Já as lindíssimas estampas, principalmente as de animais(Givenchy feelings), chegam com processo de tecnologia digital, dando reprodução perfeita da imagem para o tecido. Esta é a primeira vez que Jefferson Kulig trabalha com uma linha masculina e pelo preço, tem que durar para sempre!

Clique nas imagens e confira:

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21.11.12

VIDEOFASHION | Marilyn Monroe para Chanel N°5

Não bastou a campanha com Brad Pitt. Agora, para reafirmar ainda mais a imagem icônica do perfume Chanel N°5, a poderosa maison francesa fez um comercial onde apresenta como surgiu a lenda de que Marilyn Monroe dormia apenas com duas gotas do perfume e nua. Assim, em uma montagem entre reportagens de época, imagens inéditas e o áudio original da entrevista de Marilyn Monroe em 1960 para a Marie Claire francesa, se reafirma de que a tradicional fragrância francesa lançada na década de 1920 é tão eterna quanto os grandes ícones. E na falta de referências atuais, tem coisa melhor que Marilyn? 


Para uma breve história do perfume, clique aqui!
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15.11.12

11.11.12

Em 2ª temporada, "American Horror Story" decreta o gênero 'Terror' como hit da vez


Quem não adora uma história de terror? É inerente ao ser humano sentir medo, seja do desconhecido, do inesperado ou até mesmo daquelas lendas urbanas que ouvimos na infância em que histórias macabras e psicóticas sempre geram uma tremenda carnificina e acabam sem explicação alguma. Ainda por cima, vivemos em um estado de alerta total, haja vista a proliferação da violência exacerbada e os acontecimentos que nos chegam em um piscar de olhos e que nos transformam quase em coadjuvantes de atos psicóticos que ilustram e bem a patologia dos dias atuais. Acompanhamos pela TV em tempo real julgamentos de criminosos e o passo-a-passo executado pelos mesmos, recebemos milhares de informações a respeito de crimes hediondos durante o jantar e acordamos todos os dias com a sensação de que as vezes algo não previsto e trágico possa acontecer a qualquer instante. Aquela sensação: “Saio, mas não sei se volto” ou simplesmente, o medo tornando-se não mais uma questão de essência, mas sim, um permanente estado de sentinela. Não sabemos nunca o que nos aguarda depois da esquina... 

A literatura já nos apresentou grandes clássicos do terror personificados em criaturas e situações assustadoras nas obras de Bram Stoker, Mary Shelley, Stephen King, Robert Louis Stevenson, Daniel Defoe, Annie Rice, H. G. Wells e Edgar Allan Poe e desde a época em que os irmãos Lumière popularizaram o cinematógrafo, o cinema, grande estandarte do entretenimento, da disseminação de cultura, tendências e análises comportamentais humanas se tornou um perfeito veículo para se trabalhar o desconhecido. Filmes como “Nosferatu”, “Drácula”, “Psicose”, “O Exorcista”, “A Noite dos Mortos Vivos”, “Alien, O Oitavo Passageiro”, “O Bêbe de Rosemary”, “Poltergeist – O Fenômeno”, “O Iluminado”, “Sexta-Feira 13”, “Horror em Amityville”, “Uma Noite Alucinante”, “Cemitério Maldito”, “Enigma do Outro Mundo”, “A Hora do Pesadelo”, “Misery”, “O Silêncio dos Inocentes”, “O Sexto Sentido”, “A Bruxa de Blair”, “Os Outros”, “O Chamado”, “Atividade Paranormal” e mais uma infinidade de clássicos que hoje rondam o imaginário coletivo e que ajudaram ao longo dos tempos segmentar e representar as várias formas do significado da palavra medo culminando em arrepios involuntários em nossas espinhas. 

Com a explosão de canais por assinatura nos anos 90, muitas séries trabalharam o gênero terror em suas produções arrebatando milhares de fãs que até então estavam acostumados a conferir o gênero apenas em longa-metragem. “Amazing Stories”, “Twin Peaks”, “Buffy, a Caça Vampiros”, “Arquivo X” e “Charmed”, são ícones absolutos da época e cada um com a sua particularidade soube retratar a situação do medo em seus respectivos roteiros. Seja de forma fantasiosa como em “Charmed” e “Buffy” ou psicológica, fetichista e climática como em “Twin Peaks”, o terror ainda foi colocado de forma implícita como em “Arquivo X” que, sendo uma série de ficção científica e filosófica sobre vida em outro planeta, teve seus momentos antológicos. Abdução dá medo, né? 

Nesta década, uma particularidade tomou conta do gênero em questão. A saga “Crepúsculo” conseguiu reverter ainda que de forma asséptica a banalidade medíocre de séries como “Pânico”, “Premonição” e “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado...”. Ainda que apresentando vampiros como seres “bonzinhos”, refletiu de forma impactante na produção televisiva americana culminando no sucesso da HBO intitulado “True Blood” que por sua vez trouxe “The Walking Dead” e “American Horror Story” que chega a sua segunda temporada em plena homenagem a tudo o que já se foi feito dentro do gênero discutido nesta postagem. 

Depois de toda a explanação acima, eis que chego no ponto onde queria chegar: “American Horror Story” é uma série de TV que conseguiu com tremenda assertividade resgatar o terror de décadas passadas em um mix dos grandes clássicos cinematográficos já citados. Em sua primeira temporada, “Horror em Amityville”, “O Iluminado”, “Uma Noite Alucinante”, “Cemitério Maldito”, “Poltergeist – O Fenômeno”, “O Bebe de Rosemary" e “O Sexto Sentido” poderiam ser colocados como referências para todo o terror sexual e psicológico criado e produzido por Ryan Murphy e Brad Falchuk - conhecidos pelas séries Glee e Nip/Tuck respectivamente. 


Para quem não conferiu ainda, o blog NLDJ deu a dica aqui. Transmitida pelo canal pago FX nos EUA e FOX aqui no Brasil, a série traz em seu fundamento o gênero terror visto por vários prismas e preza a climatização das cenas em pontos focais de lirismo dramático e fotografia idem para assim chegar ao ponto natural do susto do espectador. A primeira temporada exibida em 12 episódios teve como premissa a história da família Harmon, que após passarem por duas complicadas situações - um aborto e um caso extraconjugal - decidem mudar de vida na esperança de que tudo melhore. Ben (Dylan McDermott) e Vivien (Connie Britton) e a filha Violet (Taissa Farmiga) vão de Boston para Los Angeles e encontram uma mansão por um preço ínfimo - é até discutida a recente crise do mercado imobiliário norte-americano. Aos poucos são revelados segredos da casa que deixam a  gente grudado no sofá. E tudo é regado a grandes doses de violência, sexo e sustos sem aviso. O desfecho da série não me agradou muito. Creio que os roteiristas tenham perdido a mão, mas ao entender qual seria o propósito da segunda temporada, até se justifica o final sem senso. E história de terror tem sempre um final sem senso, senão, não é uma história de terror...

A segunda temporada de American Horror Story subintitulada “Asylum”, teve seu início no dia 17 de outubro nos EUA. Prevista para um total de 12 episódios, a série conseguiu se reinventar já que agora os fatos são centralizados em um manicômio. Todo mundo tem medo de ficar louco, né? Assim, o roteirista Ryan Murphy vai para a década de 60 e a Instituição Mental Briarcliff passa a ser o ambiente perfeito onde personagens macabros se interagem com a loucura mental e tensa proposta pela segunda temporada da série que passa a ser considerada como uma antologia. 

Como já anunciado, o elenco, traz atores da primeira temporada. Jessica Lange, que viveu Constance Langdon, a atriz decadente e misteriosa, agora é Irmã Jude, que administra o manicômio Briarcliff tendo como seu braço direito Lily Rabe na pele da Irmã Eunice que na temporada anterior viveu a fantasmagórica Nora Montgomery. Evan Peters agora é Kit, suspeito de ser o serial killer “Blood Face”. Anteriormente, Peters foi um dos personagens mais idiossincráticos da série. Zachary Quinto passa de fantasma perturbado ao psiquiatra Dr. Thredson. Dylan McDermott e Frances Conroy também estão previstos para retornarem à série em novos personagens. Novos atores completam o elenco como James Cromwell na pele do assustador Dr. Arden que já trava uma batalha com a Irmã Jude na administração do manicômio, Sarah Paulson que vive a jornalista Lana Winters, que por ambição acaba ficando presa no manicômio, Joseph Fiennes, no papel do Monsenhor Timothy O'Hara, objeto de paixão da Irmã Jude e Chloë Sevigny que vive a ninfomaníaca Shelly. 

O mais interessante desta temporada é que cada personagem está na instituição por um motivo nem sempre aparente e conforme contextualizado em uma fala da personagem de Jessica Lange, Irmã Jude, as pessoas acabam na instituição por terem feito algo de errado e que a sociedade não quis lidar ou pensar a respeito. Fugindo do passado de crimes como Irmã Jude e o Dr. Arden, vitimas do machismo como a ninfomaníaca Shelley ou guiados pela fé como a inocente Irmã Eunice. Ou até mesmo vitimas do preconceito como a jornalista Lana Winters que lésbica, protagoniza uma das cenas mais desconcertantes da série até então. Ao lado do Dr. Thredson, os dois realizam uma sessão de terapia para “curar” a homossexualidade de Winters e assim conseguir um laudo para sua saída do hospício. Ao partir da premissa da loucura contextualizada em um ambiente claustrofóbico e cheio de personagens sinistros e mais para o lado do real, a série não deixa de bancar seus mistérios e sustos. 

Até o momento já vimos uma perseguição daquelas bem boas e típicas da série “Sexta-Feira 13”, um exorcismo, a possessão de uma das personagens mais sem suspeita da temporada e que vai dar muito o que falar, seres nos corredores do manicômio que não são reais, abdução, mutação e personagens canibais misteriosos nos arredores de Briarcliff em um clima de “A Ilha do Dr. Moreau”. E claro, algumas doses de sexo, pois afinal, filme de terror sem tensão sexual não existe, né? 

Assim como a primeira temporada que arrebatou várias indicações no Emmy e acabou por ser uma frustração, com exceção de Jessica Lange, ganhadora do prêmio de Melhor Atriz Coadjovante, a segunda temporada de American Horror Story: Asylum também deverá ter várias indicações em 2013. Melhor produzida, o roteiro preconiza o enredo que a cada episódio se encontra mais bem construído, assim como atuações impressionantes do elenco atual. Uma completa renovação do gênero de terror em uma alucinante viagem a um dos piores temores do ser humano no caso, a loucura. E depois do quarto episódio, será bem difícil conseguir tirar da cabeça a música “Dominique” de Sourire Soeur. Quer saber por que? Assista “American Horror Story: Asylum”! 

   

Serviço: 
“American Horror Story: Asylum” 
Canal FOX Brasil – toda terça-feira as 23 horas 
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